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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ex-baixista da banda Weezer pressentiu a própria morte





Duas semanas antes de morrer, o ex-baixista da banda Weezer, Mikey Welsh, 40, pressentiu o horário e o local de sua própria morte.
No dia 26 de setembro, ele tuitou: "sonhei que eu morri em Chicago na semana que vem (ataque cardíaco enquanto dormia)", escreveu. Na sequência, postou: "correção --daqui a duas semanas". A informação é da revista "People".
Welsh, que tocou na banda Weezer entre 1998 e 2001, foi encontrado morto em um quarto de hotel em Chicago no sábado, 8 de outubro de 2011, exatamente duas semanas depois de seu sonho..
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Caçador de Reencarnados


O PSICÓLOGO ISLANDÊS QUE HÁ TRÊS DÉCADAS VIAJA À PROCURA DE CRIANÇAS QUE RELATAM EXPERIÊNCIAS DE VIDAS PASSADAS.



Erlendur Haraldsson adora conversar com crianças. Tanto que o psicólogo islandês de 78 anos já encarou mais de nove viagens ao Sri Lanka e outras seis vezes até o Líbano só para ouvir as histórias que os pequenos do outro lado do mundo poderiam lhe contar.

Nada de brincadeiras ou travessuras, o que há de comum nos relatos dessas vozes infantis é uma narrativa direta: como elas morreram.

Carbonizadas, vítimas de homicídio, afogadas: boa parte das crianças ouvidas por Haraldsson é capaz de narrar, detalhe a detalhe, histórias de mortes violentas que teriam sofrido em outras encarnações.

É o caso de Purnima Ekanayake, garota que o pesquisador conheceu quando tinha nove anos, na década de 90, em Bakamuna, um vilarejo do Sri Lanka.

Purnima, uma “menina linda e encantadora”, melhor aluna da classe, aos três anos começou a contar aos pais sobre uma outra existência que teria vivido antes de nascer.

Um dia, ao ver a mãe aborrecida por conta de um acidente de carro, comentou: “Não ligue para isso, mamãe. Eu vim para você depois de um acidente. Tinha um monte de ferro no meu corpo”.

A menina começou a contar histórias detalhadas sobre uma vida anterior, na qual teria sido um homem, funcionário de uma fábrica de incenso.

Relatou a localização da fábrica, o nome da antiga mãe, deu detalhes sobre o número de irmãos, as marcas de incenso que eram produzidas, os carros da família, a escola...

Seguindo as indicações, seus pais chegaram à família de Jinadasa Perera, fabricante de incensos que morrera atropelado por um ônibus dois anos antes de Purnima nascer.

“Este é Wijisiri, meu cunhado”, foi o que a menina, sem nunca tê-lo visto antes, disse ao entrar na antiga indústria de incenso, a 230 quilômetros da sua casa, segundo testemunhas entrevistadas por Haraldsson.

A menina ainda olhou para as embalagens e perguntou: “Vocês mudaram a cor?”. A cor das embalagens havia sido alterada logo após a morte de Jinadasa.

Ao analisar as informações dadas por Purnima antes desse encontro, Haraldsson concluiu que os relatos se encaixavam no perfil do morto.

E foi além. Vasculhando os registros da necropsia de Jinadasa, apurou que o atropelamento havia ferido o fabricante de incenso no lado esquerdo do abdome — mesmo local onde o corpo da menina Purnima exibia manchas brancas de nascença.


Três décadas de reencarnação 


Longe de ser exceção, histórias como a de Purnima são uma constante na vida do islandês. Haraldsson viu o que restou dos seus cabelos embranquecer enquanto trocava o frio de sua terra natal pelo calor de vilarejos e cidades densamente povoadas do terceiro mundo.

O Ph.D. em psicologia e professor emérito da Universidade da Islândia passou as últimas três décadas colecionando histórias de crianças sobre vidas passadas.

Foram exatas 94 investigações sobre essas narrativas no Líbano e no Sri Lanka, países onde os relatos são mais numerosos, provavelmente por conta da religião — o budismo, no Sri Lanka, e, no caso do Líbano, o drusismo, uma religião de influência islâmica que acredita na reencarnação.

Haraldsson identificou um padrão nessas narrativas. Na maioria dos casos, elas aparecem entre 2 e 5 anos e são comuns os relatos de morte violenta.

Algumas das crianças pedem para conhecer os familiares da suposta outra vida. Outras, vão além. “Vocês não são meus pais de verdade” foi o que Dilukshi Nissanka passou a dizer desde que tinha três anos, para a tristeza de sua família, em Veyangoda, no Sri Lanka.

A menina insistia em rever sua “outra mãe”, dizendo que seu nome verdadeiro era Shiromi e que havia se afogado num rio.

Depois que a história foi publicada num jornal local (casos de reencarnação fazem tanto sucesso na imprensa popular do Sri Lanka como as mulheres-fruta nos nossos tabloides), os pais da garota foram contatados por uma família de outra cidade: eles contaram que, anos antes, a família havia perdido uma filha chamada Shiromi, afogada em um rio.

Examinando declarações da garota antes do encontro entre as famílias, Haraldsson constatou que Dilukshi acertara várias informações sobre a família de Shiromi, como a região em que viviam, o número de filhos e a paisagem local.

Coincidência? 


Histórias assim impressionam, mas será que não podem ser explicadas apenas como coincidência?

Foi a pergunta que Galileu fez para Haraldsson quando o caçador de reencarnados esteve no Brasil, em setembro, participando do I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente-Cérebro.

“Pode ser coincidência, sim”, diz o pesquisador. Para logo em seguida acrescentar pausadamente, em tom didático de professor universitário: “Mas há alguns casos em que isso é altamente improvável”.

Apesar de apontar evidências que considera fortes, Haraldsson evita especular sobre se a reencarnação existe ou não em seus estudos.

Prefere apresentar os fatos e deixar as interpretações para quem lê. “Sou um pesquisador empírico”, afirma. “Você pode encontrar uma grande correlação entre o que uma criança conta e a vida de alguém que morreu. Isto é um fato. O que significa já é outra questão.”

Haraldsson chegou a testar a hipótese de que os relatos poderiam ser explicados por questões como necessidade de chamar atenção ou transtornos mentais.

Mas isso, de acordo com o psicanalista, não é o tipo de coisa que Freud explica. O islandês aplicou testes psicológicos em dois grupos de 30 crianças libanesas, um dos quais dizia se lembrar de outras vidas.

O estudo não encontrou diferenças significativas, exceto em um ponto: as crianças que relatavam vida anterior tinham sintomas de estresse pós-traumático.

Isso pode ser explicado pelo fato de que 80% delas contavam ter passado por mortes violentas. Real ou imaginário, um acidente mortal ou um homicídio são lembranças difíceis para a mente de uma criança.
Método

Mesmo lidando com fenômenos estranhos, o islandês busca seguir a metodologia científica. Seu método dá preferência a fontes que ouviram em primeira mão as declarações espontâneas das crianças, como pais, avós, irmãos e amigos.

Para garantir a precisão e flagrar contradições, as testemunhas são entrevistadas mais de uma vez, separadas umas das outras. Entrevistas com a própria criança são feitas depois, para evitar que o pequeno diga o que o entrevistado quer ouvir.

Feito isso, o psicólogo assume papel de detetive. Com a ajuda de colaboradores locais, como jornalistas e religiosos, busca identificar pessoas mortas com histórias que se encaixem no que as crianças contaram.

Na última fase, procura os registros da necropsia do morto (se houver) e analisa se há correspondência entre possíveis ferimentos e eventuais marcas de nascença.

Aplicar esse método significa chegar a informações consistentes em pouquíssimos casos. Na maioria das vezes, não é possível levantar correlação significativa entre os relatos e o que de fato ocorreu.

A maior parte do trabalho de investigação de 30 anos do pesquisador acaba mesmo sendo descartada. “No Sri Lanka, apenas 10% dos casos apresentam evidências fortes; no Líbano, entre 20% e 30%.”

O aparente rigor e seus quase 100 artigos publicados não impedem, contudo, que o tema de pesquisa de Haraldsson seja visto como marginal.

Se duvidar, é só perguntar a ele como a comunidade científica tradicional reage a seus estudos. A resposta é simples e serena: “Não há reação. Eles apenas não leem”.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Famílias dizem ter recebido sinais de mortos do 11 de Setembro



Americana que perdeu marido no WTC compilou em livro histórias de premonições antes dos ataques e de supostas mensagens post mortem.


Ventos isolados em um dia sem nenhuma brisa. Moedas que aparecem misteriosamente. Visões dos que haviam morrido dias ou meses atrás.
Para dezenas, esses foram sinais enviados por seus parentes após morrerem nos ataques às Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC), em Nova York, no 11 de Setembro.
“A primeira vez que tive certeza de ver meu marido foi seis meses depois de sua morte”, disse ao iG Joanne Kelly. “Ouvi um barulho como se alguém estivesse se mexendo, e fui de quarto em quarto na minha casa, ver o que era. Quando cheguei à cozinha, lá estava ele, de costas. Depois se virou e sorriu, foi até a porta e sumiu. Ele vestia exatamente a roupa que usava em 10 de setembro: bermudas, camiseta e um boné de beisebol na cabeça. Depois disso, as moedas começaram a aparecer.”
Joanne tem quatro filhas. Antes de seu marido, James Kelly, morrer, eles tinham o hábito de tirar cara ou coroa para dividir tarefas entre si, como definir quem buscaria as filhas em uma festa, por exemplo.
Na noite de 10 de setembro, uma das meninas precisava de material para terminar um trabalho escolar. James queria sair para correr, mas Joanne sugeriu que definissem na sorte quem iria à loja comprar o que faltava para a filha.
“Ele riu e acabou me convencendo a ir sem tirar o cara ou coroa. Mas, depois de sua morte, as moedas de 25 centavos começaram a aparecer nos lugares mais estranhos, mesmo em gavetas em que nunca as colocaria, como no banheiro”, afirmou a viúva.
Bonnie McEneaney também perdeu o marido, Eamon (com quem teve quatro filhos), no colapso das Torres Gêmeas.
Segundo ela, só depois da tragédia é que se deu conta de que seu marido pode ter pressentido sua própria morte.
Durante um almoço no feriado do Dia do Trabalho nos EUA, uma semana antes dos atentados de 2001, ela disse que Eamon assustou a família ao afirmar acreditar que terroristas voltariam a atacar o WTC.
Ao dizer isso, Eamon se referia à explosão de um carro-bomba que deixou sete mortos e vários feridos no subsolo da Torre Norte em fevereiro de 1993.


Eamon McEneaney, uma das vítimas dos ataques contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, no 11 de Setembro de 2001

De acordo com Bonnie, seu marido chegou a conjecturar animadamente com seu irmão se, no caso de um novo ataque, devia levar seus colegas para o teto do edifício ou para o andar térreo. Eles decidiram, disse Bonnie, que a melhor saída seria o teto.

“Dois dias antes dos atentados, estávamos conversando, e Eamon me disse: ‘Não tenho mais medo de morrer. Quando acontecer, estarei preparado, então não se preocupe comigo’. Na hora fiquei preocupada e achei que meu marido estivesse ficando deprimido”, disse.
Bonnie aponta outras medidas adotadas pelo marido como sinais de que se preparava para uma tragédia iminente.

Segundo ela, cerca de dois meses antes dos ataques, Eamon aumentou o valor de seu seguro de vida e começou a instruí-la a ser mais rígida na educação dos filhos.

“Sou uma pessoa muito pé no chão. Então, quando ouvia isso dele, achava que era depressão, exagero ou sua reação ao se sentir envelhecendo. Mas, depois que tudo aconteceu, ficou muito claro para mim que ele efetivamente sabia e se preparou para algo importante”, afirmou. 
Dias após o colapso das torres, Bonnie e sua família ainda procuravam Eamon nos hospitais de Nova York, como milhares de outras famílias.
“Aquela situação de total desconhecimento sobre o paradeiro da pessoa é completamente extenuante. Por isso, em 13 de setembro, depois de dois dias sem dormir e enquanto parentes e amigos faziam ligações para tentar localizá-lo, fui até o jardim e fiquei observando aquele dia quente, sem nenhuma brisa, totalmente estagnado. Depois de um tempo, com muita frustração, gritei: ‘Por favor, Eamon, me diga: onde você está?’, e foi aí que aconteceu. Ele ou alguém ou alguma coisa respondeu.”
De acordo com Bonnie, a copa de uma árvore enorme do jardim de sua casa, na qual Eamon anos atrás havia escrito ‘O Amor é Para Sempre’, começou a se mexer.
“No início, pouco, mas com o passar do tempo as folhas se mexiam todas, como se um rio de vento passasse por ali. Nada mais se mexia, só a copa daquela árvore. Depois esse vento veio até mim e foi embora”, relatou Bonnie.
“Não sei o que era isso, mas sabia que era uma resposta à minha pergunta: Eamon estava morto, e talvez ele mesmo estivesse me dizendo isso.”

Tronco da árvore em que Eamon McEneaney escreveu para a mulher, Bonnie: 'O Amor é para Sempre.' McEneaney morreu nos ataques do 11 de Setembro - Foto: Arquivo pessoal

Nas várias cerimônias que se seguiram nos dias e meses seguintes, ela começou a conversar com outras famílias sobre experiências parecidas.
Depois de ouvir centenas de histórias de supostas mensagens e sinais recebidos das vítimas do 11 de Setembro, Bonnie decidiu escrever o livro “Messages, Signs, Visits and Premonitions from Loved Ones Lost on 9/11” (“Mensagens, Sinais, Visitas e Premonições de Entes Queridos Mortos no 11 de Setembro”, em tradução livre).

Bonnie McEneaney, autora do livro 'Mensagens, Sinais, Visitas e Premonições de Entes Queridos Mortos no 11 de Setembro' - Foto: Divulgação

"Não sei se é Deus, não sei se são os mortos, se é a própria natureza se comunicando. O que sei é que essas mensagens são muito positivas para quem as recebe, e ajudam no luto de muita gente. Então, por que não contá-las para todos lerem?”, completou. 
terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Governo chileno usa vidente na busca por vítimas de tragédia aérea



Equipes trabalham no resgate aos corpos

O governo chileno admitiu nesta segunda-feira que trabalha com um paranormal na busca pelos corpos de 17 dos 21 passageiros do avião militar que caiu no mar na ilha Robinson Crusoe, no Oceano Pacífico, que ainda não foram encontrados.

"Contamos com a colaboração de uma pessoa que está numa das balsas de busca", confirmou o ministro da Defesa, Andrés Allamand, ao ser questionado pela Televisión Nacional de Chile.

A respeito das informações da vidente até o momento, o ministro afirmou que são coerentes com os dados proporcionados pela equipe técnica que participa das buscas.

Os trabalhos de busca são realizados por equipes da Força Aérea e da Marinha chilena, apoiadas por grupos de pescadores e moradores locais, que vasculham áreas próximas ao aeroporto da ilha, localizada no oceano Pacífico.

O acidente aéreo ocorreu na sexta-feira, quando o avião, um Casa-212, desapareceu após duas tentativas de pouso frustradas.

O acidente comoveu o Chile, porque entre os ocupantes encontrava-se o famoso apresentador da televisão local Felipe Camiroaga, astro do canal estatal após comandar, por quase uma década, um programa matinal, que o mantinha nas telas por quatro horas diárias.

Camiroaga, junto a uma equipe de seu programa, viajava à ilha Robinson Crusoé para fazer uma reportagem sobre os trabalhos de reconstrução do local, arrasado após o tsunami de 27 de fevereiro de 2010. 
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Os Misticos com ROBERIO DE OGUM



Ator Jece Valadão morre aos 76 anos  


 

O ator Jece Valadão, 76, morreu nesta segunda-feira no hospital Panamericano, em São Paulo, em seu sexto dia de internação na UTI da instituição. O ator deu entrada no Hospital Modelo com insuficiência respiratória aguda na terça-feira (21) passada e foi transferido para o Panamericano no mesmo dia.


Ana Ottoni/Folha Imagem
Jece Valadão, 76, deu entrada em hospital de São Paulo com insuficiência respiratória
Jece Valadão, 76, deu entrada em hospital de São Paulo com insuficiência respiratória
Segundo boletim médicodivulgado nesta tarde, o paciente apresentou uma piora do quadro geral, com comprometimento da função renal. 

A nota informa ainda que, após alteração do ritmo cardíaco (arritmia cardíaca), foi realizada tentativa de reversão do quadro, sem sucesso. O óbito, diz a nota, foi declarado às 17h20.

Criado em Cachoeiro de Itapemirim (Espírito Santo), terra natal também do cantor Roberto Carlos e do cronista Rubem Braga, Jece Valadão, conhecido como o maior cafajeste do cinema nacional por seus papéis, participou de mais de cem produções (filmes, novelas e séries), seja como ator, diretor ou autor. 

Entre os filmes mais recentes estão "Garrincha - Estrela Solitária" (2003), "Em Nome de Jesus" (2003) e "O Cangaceiro" (1997) --recentemente, ele dedicava-se às filmagens do novo filme de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, "Encarnação do Demônio". Na TV, fez participações especiais nos seriados "Sob Nova Direção" e "A Diarista" e na novela "Bang Bang", além da série "Filhos do Carnaval", transmitida pelo canal HBO. 


Divulgação
O ator Jece Valadão em cena da série "Filhos do Carnaval" (2006), do canal HBO
O ator Jece Valadão em cena da série "Filhos do Carnaval" (2006), do canal HBO
Entre os filmes clássicos de que participou estão "Os Cafajestes" (Ruy Guerra, 1962), "Idade da Terra" (Gláuber Rocha, 1980), "Rio 40 graus" (Nelson Pereira dos Santos, 1955) e "O Boca de Ouro" (Nelson Pereira dos Santos, 1962). 

Por "Rio 40 Graus", aliás, Jece ganhou um prêmio de melhor ator por seu papel de malandro. Curiosamente, recusaram-se a lhe dar o prêmio, achando que era mesmo um marginal do morro --ele só recebeu depois de provar o contrário. 

Valadão tem um filho com a atriz Vera Gimenez, o também ator Marco Antonio Gimenez, intérprete do Urubu, de "Malhação", da Globo. O ator, que passou por seis casamentos, tem outros oito filhos, quatro reconhecidos e quatro assumidos por outros homens.

Recentemente, gravou um documentário ("O Evangelho Segundo Jece Valadão") sobre a própria vida em que diz ter se arrependido por ter sido um pai ausente e em que conta como a religião o transformou em um novo homem.

Atualmente, Jece Valadão era casado com a dona-de-casa Vera Lúcia Valadão, 45.

Os fantasmas do Palacete Bolonha



O palacete Bolonha

Uma das mais belas construções de Belém do Pará, o palacete Bolonha foi construído pelo engenheiro Francisco Bolonha, no início do século XX, para sua amada esposa.
Com um total de quatro andares, a construção é repleta de singularidades, como uma barbearia particular no térreo, ou as iniciais do nome do engenheiro escritas a ouro em algumas paredes, ou os diversos ambientes cujos forros foram feitos com os mesmos estilo e madeira da igreja de Nazaré.
Enfim, são muitos seus atrativos, e diariamente dezenas de pessoas o visitam. E talvez seja justamente por causa dessa movimentação diária, que vem ocorrendo entranhas experiências dentro dessa magnífica construção.
Segundo um guarda, que "jurou de pés juntos", seu colega foi transferido para outro lugar após passar pela seguinte experiência:
Era quase meia noite e o dito cidadão estava sentado em seu posto, que até hoje fica logo no primeiro ambiente da entrada lateral do prédio, que outrora havia sido a cozinha do lugar.
O referido guarda, que estava trabalhando só, resolveu ligar o rádio e estava sintonizando uma rádio, no intuito de entorpecer a solidão inerente ao ofício, quando escutou uma voz, que saia de uma espécie de exaustor antigo: "Ei guarda, não podes ouvir rádio aqui dentro".
O guarda ficou espantado. Sabia que não havia uma viva alma ali além dele mesmo, e esse era o problema "viva alma".
Mas achando que escutara uma voz vindo de fora do prédio, talvez da vila Bolonha, ele continuou a sintonizar o rádio, quando a mesma voz falou, e dessa vez parecia brava: "Ei guarda eu já não te avisei que não podes ligar rádio aqui dentro!"
Apavorado, o homem largou rádio, posto, abriu a porta e nunca mais quis voltar ao lugar. Dizem que trabalha em outro lugar e que não gosta nem de ouvir falar do palacete Bolonha.

As provas


Segundo um guia, é comum os turistas sentirem-se mal conforme entram no local, ou verem estranhos vultos que passam de um recinto para outro.

Um guarda afirmou que um turista mostrou-lhe uma foto que acabara de tirar de uma bela banheira, onde para seu espanto, aparecia uma mulher tomando banho de pétalas de rosas vermelhas.

Fotos Misteriosas


Fotos Misteriosas  

Terceira parte da matéria sobre os mistérios de fotos ditas sobrenaturais que circulam pela internet. O interessante é que nesse conjunto de fotos, além das famosas montagens, aparecem fotos reais e não de fantasmas. São pessoas normais, objetos, etc.  



Foto de diversos soldados
O texto da foto diz que um oficial inglês possuía o quadro e encontrou a imagem de uma pessoa ao lado dele na foto. Reparem que na foto original não existe nenhuma mancha ao lado do oficial retratado e no zoom o espírito aparece.


Foto de um ambiente escuro e de uma criança do lado direito da foto
Essa seria uma foto da assembléia municipal de Wem, no Reino Unido. O fotógrafo teria tirado essa foto e a menina, que causou o incêndio e morreu na assembléia, teria aparecido na foto. Sim, existe uma pessoa na foto. Mas se o fotógrafo estava lá, num lugar vazio, porque uma criança curiosa não estaria? Essa foto não estaria na Internet se não fosse pelo texto assustador que a acompanha.


Foto de uma família e o detalhe de um quadro com uma imagem de uma pessoa
Essa foto já foi questionada na segunda parte das fotos misteriosas. Não passa de um reflexo em um quadro com uma camada de vidro sobre a imagem. E aumentada no computador dá a impressão de ter uma pessoa olhando para baixo.


Foto de uma família, em destaque a de uma criança loira que aparece no canto superior direito da foto
A foto de uma família que perdeu seu bisneto mais novo há dois meses. Mas o garoto queria aparecer na foto e saiu, no canto superior esquerdo da foto. Mas reparem na primeira criança de branco em pé do lado esquerdo da foto. Ela está com o mesmo penteado, a mesma fisionomia e as mesmas marcas no rosto. A pessoa que fez essa montagem não se deu ao trabalho de procurar outra foto e pegou a imagem da pessoa que estava mais distante do canto direito da tela.


Foto de uma menina vestida de branco e alguns reflexos perto dela
Fantasma na televisão não é considerado assombração. Da mesma forma que uma foto mal tirada não pode ser um sinal de fantasmas. Repare que existem duas imagens da criança, mas os quadros acima dela também se repetem. É a criatividade tentando usar uma foto mal tirada para assustar as pessoas.


Foto de uma criança e de uma mulher que aparece no canto da foto
Outro caso de uma pessoa real na foto. Só porque ela está contra a luz e recebendo iluminação diferente da criança não quer dizer que ela é um fantasma. Repare que ha uma janela no fundo da foto. Um Flash mal colocado ou uma luz diferente podem tirar o foco de luz da criança e passar para outro local. Nada de sobrenatural.


Foto de um pai e seu filho e ao fundo uma mesa e uma criança olhando para a câmera
Essa foto não é uma montagem. Existe realmente alguém no fundo da foto olhando para o pai brincando com a filha. Quem seria? Posso colocar duas hipóteses: Ou seria a filha do casal (porque eles só poderiam ter um filho ?) que está olhando a cena ou simplesmente uma boneca de plástico sentada sobre a mesa. Também não tem nada de sobrenatural
domingo, 15 de janeiro de 2012

Doze castelos assombrados da Escócia

Castelo Glamis



O castelo assombrado mais famoso da Escócia é provavelmente o Castelo Glamis. Desde 1372 o castelo é a residência da familia Bowes-Lyon, os Condes de Strathmore e Kinghorne.
A Rainha Mãe nasceu lá, era a filha caçula do 14º Conde, a princesa Margaret também nasceu alí (1930).
O castelo tem uma história repulsiva: no século 11, o rei Malcolm III foi assassinado lá… como o rei Duncan em Macbeth, amaldiçoado na peça de Shakespeare, que se passa alí.
No século 16, a viúva do 6º Senhor de Glamis, Lady Janet Douglas, foi queimada viva na estaca como uma feiticeira, porque tentou matar o Rei James V. Ela assombraria a capela do castelo como uma Dama Cinza.
De acordo com a lenda, o Conde Beardie que foi um hóspede do castelo, jogou cartas com Satã num quarto trancado, assombra o castelo, e ainda há um outro segredo terrível escondido.
Algo a ver com uma criatura monstruosa que nasceu em Glamis, e viveu, segundo a lenda, por mais de cem anos… A criatura ainda assombraria o castelo também.
Na verdade, o alegado "monstro" se trata de Thomas Bowes-Lyon, primeiro filho de George Bowes-Lyon e Charlotte Grimstead, trisavós de Lady Elizabeth Bowes-Lyon, a Rainha Mãe. Ele nasceu e morreu em 21 de outubro de 1821.
A parteira, cujo nome é desconhecido, teria contado no vilarejo local que a criança nasceu deformada e foi dada como morta um ou dois dias depois. Thomas não teve sepultura, fato que alimentou os rumores.
Afirma-se que Thomas foi amamentado secretamente e confinado num dos muitos quartos secretos do castelo, onde teria passado toda a sua vida, aparecendo sem ser notado, mas deixando seus rastros. O quarto que ocupou teria sido murado com tijolos depois do seu falecimento.


Castelo Ballindalloch
A primeira parte deste castelo em Banffshire, Escócia, foi construída em 1546, embora muitos acréscimos tenham sido feitosno decorrer dos séculos.
Provavelmente o mais conhecido fantasma deste castelo é a Dama Verde, que assombra a sala de jantar.
O Castelo Ballindalloch também é conhecido por várias aparições de fantasmas femininos, embora não haja registros de quem estas mulheres poderiam ter sido, mas uma suspeita é que tenham sido amantes rejeitadas, que ainda sofrem por seus amados.
Além disso, o fantasma de um certo General James Grant ocasionalmente aparece cavalgando um cavalo branco ao redor do castelo. O general está supostamente enterrado alí perto e há alguma especulação sobre se o seu espírito existe para vigiar o castelo.


Castelo Dunstaffnage
O Castelo Dunstaffnage é um dos mais antigos castelos de pedra da Escócia, foi construído no século 13, a 8 quilômetros ao norte de Oban, na Escócia. Este castelo está em um local remoto da costa e é cercado por água em três dos seus lados.
De acordo com a lenda, apenas um fantasma assombra este castelo, um fantasma chamado a Dama de Dunstaffnage. Quem era, ninguém sabe, mas sua aparição revelaria grandes acontecimentos na vida dos proprietários do castelo.


Castelo Duntrune
Este castelo tem um único fantasma que tem sido chamado de gaiteiro de Duntrune. De acordo com antigos contos, um gaiteiro foi enviado pelo clã MacDonald para espionar o clã Campbell, que então era o proprietário do Castelo Duntrune. O gaiteiro espião foi descoberto e, em seguida, preso dentro de uma torre do castelo. 
O clã MacDonald decidiu atacar o castelo, mas o gaiteiro percebeu que os MacDonald's estavam em menor número. 
Ele então tentou alertar os MacDonalds tocando uma canção de retirada na gaita de foles. Os MacDonalds ouviram o sinal e se retiraram. 
O destino do gaiteiro não foi tão feliz. Os Campbells também ouviram a música, e cortaram as suas mãos (ou dedos, de acordo com algumas versões do conto). 
Se diz que o gaiteiro assombra a torre, com a música de sua gaita de foles, que as vezes é ouvida lá. Além disso, atividades demôniacas tem sido relatadas em algumas partes do castelo. 
Curiosamente, durante uma reforma do Castelo Duntrune uma mão de esqueleto foi descoberta. A pobre alma foi então enterrada e descansa nas proximidades.


Castelo Muchalls
Outro fantasma também chamado de Dama Verde assombra o Castelo Muchalls em Aberdeenshire, na Escócia.
Aparentemente, existe um túnel por baixo do castelo e este túnel se estende até a proximidade do mar. 
Diz a lenda que a muitos anos atrás, uma moça se aventurou na entrada do túnel para encontrar o seu amante, pela água, mas ela se afogou, quando a maré cheia entrou no túnel. Ela assombra, e às vezes até aparece, em uma das salas do castelo.


Castelo Braemar
Em 1689, John Grahame de Claverhouse tentou restabelecer a monarquia Stuart contra a do holandês Rei William. 
O golpe não foi bem sucedido e resultou na ocupação do Castelo Braemar pelas tropas governamentais. 
Mas John Farquharson de Inverey, também conhecido como o Coronel Negro, conseguiu escapar, voltou para o castelo, atacou a guarnição e incendiou o edifício. 
Mas, os velhos heróis nunca morrem... E o Coronel Negro com certeza se tornou uma verdadeira lenda viva, uma vez que foi relatado na década de 1970, que assistia tv com o proprietário do castelo. 
O Castelo Braemar também seria assombrado por uma linda moça de longos cabelos loiros, uma jovem noiva que cometeu suicídio quando seu marido a abandonou.


Castelo Borthwick
O quarto vermelho do Castelo Borthwick assustou tantos visitantes, que na década de 1980 um sacerdote de Edimburgo foi chamado pelos proprietários para exorcizar os espíritos remanescentes, entre muitos outros, Mary Stuart.
A famosa Rainha dos Escoceses era frequentemente vista descendo as escadas em espiral do castelo onde procurou refúgio.
 
 
                          Mary Stuart

 Também foi vista atravessando as paredes do quarto vermelho onde havia dormido. Mary estava disfarçada como um menino... Ou usava o corte de cabelo de uma mulher que estava prestes a ser decapitada. 
Uma jovem criada retornava frequentemente ao quarto vermelho onde foi morta à espada. A menina carregava um filho ilegítimo dos Borthwick e foi morta, juntamente com seu bebê, por causa da ameaça potencial a herança. 
Era assombrado também por um conselheiro dos Borthwick que utilizou o quarto vermelho como cofre. Quando os Borthwicks descobriram que ele roubou o seu dinheiro, eles o queimaram até a morte.


Os Fantasmas de Culloden
16 de abril de 1746 ... A Batalha de Culloden é o último confronto entre os Jacobitas - a maioria deles Highlanders escoceses - e os britânicos. Os Jacobitas apoiaram a aclamação do "Belo Principe Charlie" para o trono. 
O chamado "Jovem Pretendente" foi derrotado, deixou a Bretanha e foi para Roma. As consequencias da batalha foram muito brutais e as penalidades civis também foram graves: o sistema de clãs dos Highlanders foi atacado por novas leis e as roupas Highlanders foram proibidas.
Ainda são muitos os fantasmas em Culloden Moor: No aniversário da batalha em 16 de abril, os fantasmas retornam e são ouvidos gritos ou o choque de aço contra aço. O Belo Principe Charlie ainda lamenta sua derrota nas proximidades de Culloden House.
 
 
                                   Culloden House
Não cresce qualquer arbusto sobre os túmulos dos Jacobitas e não existem pássaros cantando no campo de batalha, uma vez que, na véspera da batalha, um enorme pássaro preto foi visto e ouvido pelo Comandante Jacobita Lord George Murray.
Dizem que as pedras de Culloden Moor trazem má sorte, e que aparece o fantasma de um Highlander com uma face cansada, que sussurra quietamente: "Derrotado."


Castelo Cortachy
O Conde de Ogilvy colocou um jovem tamborileiro em seu próprio tambor e jogou-o da mais alta torre do Castelo Cortachy, porque o rapaz poderia estar tendo um romance com sua esposa, a Condessa de Airlie.
Pouco antes de morrer, o musico lançou uma maldição sobre o clã Ogilvy: a partir daquele momento, misteriosos e assombrosos sons de um tambor seriam ouvidos, antes de uma morte na família.
Natal, 1844 ... Srta Dalrymple é uma hóspede no Castelo Cortachy. Enquanto se vestia para o jantar, ela ouve o tambor. Seis meses mais tarde, Lady Airlie comete suicídio. 
Cinco anos depois, um cavalheiro inglês ouve o tambor também. Lorde Ogilvy não está em casa, porque ele teve de ver o 9º conde de Airlie, que havia ficado muito doente ... O conde morre no dia seguinte ...


Castelo Culzean
Em uma noite de tempestade uma fantasmagórica gaita de foles pode ser ouvida perto do Castelo Culzean. O Fantasma gaiteiro gosta de misturar a sua musica assombrada com o vento e as ondas que se quebram sobre as falésias. Alguns dizem que é o espírito de um gaiteiro que desapareceu enquanto estava explorando as cavernas abaixo do castelo.


Castelo Hermitage
Lord Bad Soulis foi um praticante de magia negra. Juntamente com seu assistente Robin Redcap, ele foi o responsável pelo desaparecimento de muitas crianças. 
De acordo com Robin Redcap, Lord Bad Soulis não poderia ser ferido por aço forjado ou pendurado por uma corda.
No entanto, quando os camponeses se revoltaram contra ele, o levaram até um um círculo de pedra numa colina próxima, o revestiram com chumbo e o ferveram num caldeirão.
Robin Redcap ainda guarda os tesouros de Lord Bad Soulis em algum lugar em torno do Castelo Hermitage, onde o choro de suas vítimas ainda pode ser ouvido. Os visitantes também se queixam de serem empurrados por forças invisíveis, quando estão perto de um lago da capela ...


Castelo Huntingtower
O Castelo Huntingtower, perto de Perth, era propriedade dos condes de Gowrie. Em 1582, o conde se envolveu em uma conspiração para sequestrar o Rei James VI e foi executado.
O castelo foi perdido para a coroa, juntamente com o fantasma da Dama Verde Dorothea Ruthven. 
Ela era também conhecida como Mylady Greensleeves, devido à bem conhecida e secular canção de amor Greensleeves, que termina com esta linha: "Vem, mais uma vez, e me ame ..." - Se estiver doente, o fantasma de Mylady Greensleeves vai curar você. E se estiver ferido de amor, ela vai lhe dar conforto.

Retirado de: Arquivos do Insólito
sábado, 14 de janeiro de 2012

Os lugares mais assombrados do Japão

Muitos japoneses possuem uma crença elaborada em fantasmas com várias classificações e descrições, acreditam que todos os seres humanos têm uma alma ou espírito chamado Reikon.

Fantasmas são yurei, ou almas penadas, consistindo em espíritos de crianças, veteranos, mães e almas vingativas. Outros tipos de fantasmas incluem os fantasmas budistas conhecidos como Gaki ou Jikininki.
Se uma pessoa morre de forma súbita ou violenta, o Reikon se transforma em um yurei, que pode, então, atravessar a ponte de volta ao mundo físico.
O yurei tende a permanecer perto de onde morreu. Ele geralmente aparece entre as 2hs. e 3hs. da madrugada, que é como a meia-noite no mundo ocidental, uma hora encantada em que o véu entre o mundo dos mortos e dos vivos está levantado.
Muitos fantasmas japoneses estão conectados com campos de batalha e bases militares. Aqui estão alguns dos locais mais importantes.





Base Naval de Atsugi

Localizada a duas horas ao sul de Tóquio, a Base Naval Atsugi tem um passado secreto, que inclui o fato de que era uma Base dos aviões U-2 da CIA, e abrigou o U-2 que voou sobre a Rússia pilotado por Gary Powers na década de 1960. Em 1957, Lee Harvey Oswald, o assassino de John F. Kennedy, estava estacionado em Atsugi como operador de radar da Marinha.
É dito que o espírito de um jovem que vaga sem rumo de sala em sala assombra a base naval. Acredita-se que ele é o fantasma de um jovem marine que foi morto em um acidente de carro na década de 1960.




Atsugi: O hangar da Baía

Localizado do outro lado da base naval, o hangar está sobre um mais antigo que era usado pelos pilotos Kamikaze do Japão imperial.
Aqui, muitos pilotos se mataram depois da rendição final do Japão para as forças aliadas. Diz-se que as portas batem e olhos vermelhos fantasmagóricos flutuam.




Hospital de Campo-Prefeitura de Kanagawa 



Localizado na base militar chamada Sagami General Depot, este hospital tem sido palco de vários acontecimentos inexplicáveis.
O prédio é pouco utilizado, mas os controles de segurança noturna revelam janelas levantadas e portas que haviam sido previamente trancadas, abertas.
Muitos dos policiais militares que patrulham o edifício relataram ouvir alguém ou alguma coisa andando lá dentro.




Iwakuni-Quartel 1687, quarto 301




Há alguns anos atrás, um marine bêbado cometeu suicídio no quarto. Ele quebrou o espelho em um ataque de fúria e cortou os pulsos com um dos cacos de vidro.
Desde então, tem havido relatos de outros soldados que se encontravam no quarto que, por vezes, muito tarde da noite quando se olham no espelho, o marine morto olha de volta de algum lugar lá no fundo.




Hiroshima e Nagasaki



Não é nenhuma surpresa que estes dois locais da tragédia terrível, são assombrados por almas infelizes que morreram durante os ataques das bombas nucleares, no final da II Guerra Mundial.
Vozes fantasmagóricas são ouvidas no crepúsculo chorando e gritando por socorro.


Okinawa: Campo Hansen-Portão nº 3

Depois do escurecer, um soldado cansado, com sangue por todo o corpo, e um cigarro na mão, pergunta ao sentinela no portão: "Tem fogo?" O sentinela diz que sim, e logo que o cigarro é aceso, o soldado desaparece.
Logo na estrada abaixo teria ocorrido em tempos remotos uma batalha de samurais. Dizem que a noite se pode ouvir os gemidos dos guerreiros feridos. Você pode acreditar ou não, mas o portão nº 3 do Campo Hansen está fechado por causa destes relatos assombrados.




Okinawa – Área de Armazenamento da Força Aérea dos Estados Unidos


A ilha inteira é assombrada, principalmente depois da Segunda Guerra Mundial. Um dos muitos locais assombrados está na área de Armazenamento de Munições em Kadena AB.
Em uma das estradas principais existe uma clareira pequena onde as pessoas param para pescar em um lago ou descansar.
É relatado que em algumas noites quando o tempo está nebuloso, as pessoas ouvem barulhos como batidas de pés no chão.
Então olham para o lago e veem um batalhão inteiro de soldados japoneses marchando na água. A pessoa é cercada por todos os soldados, que em seguida desaparecem.




Tóquio: Mansão Akasaka



Muitos convidados relataram ter visto espectros em pé ao lado de suas camas, névoa branca entrando pelas saídas de ar e mudanças bruscas de temperatura em seus quartos.
Alguns relataram a sensação de alguém acariciando suas cabeças enquanto dormiam, e uma pessoa afirmou que foi arrastada de sua cama para o outro lado da sala. Marcas de arranhões nas costas no dia seguinte, corroboraram a sua história.




Base Naval de Yokosuka: Túnel


Pensa-se que o fantasma desse túnel estreito, de mão única, que atravessa um monte é o de um guerreiro samurai que estava a caminho de vingar a morte de seu senhor, quando foi emboscado e morto no túnel.
Porque falhou em sua missão, ele não pode deixar o local de sua morte. Visões do samurai foram relatadas por motoristas e causaram vários acidentes no túnel no decorrer dos anos.




Mansão Himuro: Periferia de Tóquio



A Mansão Himuro foi o local de um assassinato familiar brutal e de sacrifícios. Muitos acontecimentos estranhos têm sido relatados próximo da antiga mansão, incluindo aparições de pessoas que lá viviam, marcas de mãos sangrentas e borrifos de sangue, que aparecem misteriosamente nas paredes.
Às vezes, uma menina pequena em um quimono é vista em uma das janelas. Para adicionar mais um mistério a mansão, ninguém sabe para que servem os vastos túneis abaixo dela.




Yokohama: O portão do meio em Ikego



O portão marca o lugar onde ficava um campo de concentração da Segunda Guerra Mundial. Aqui, milhares de chineses e coreanos foram obrigados a trabalhar para depois serem mortos pelo exército imperial japonês. Hoje ele serve como uma base militar dos E.U.A.
Há cinco incineradores no local e três portas que o separam da comunidade japonesa. No portão, os guardas de patrulha relatam ouvir vozes e passos, e descrevem a sensação de estar sendo observados por olhos invisíveis.
Uma visão recorrente refere-se a um soldado japonês da II Guerra Mundial em um uniforme marrom, sem pernas, flutuando entre as portas do meio e a de trás.
Estes incidentes são parte de um retrato muito maior, pois existem muito mais pontos assombrados no Japão. A maioria, mas não todos, datam da época da II Guerra Mundial.




Castelo de Himeji-Prefeitura de Hyogo



O Castelo Himeji é assombrado por numerosos soldados do Xogun, e conta a lenda que no poço Okiku, junto a torre Bizenmaru, existe o fantasma de uma criada executada ao ser acusada de roubo.






Fonte: Weird Asia News