A casa da Plantação Myrtles Construída em 1796 pelo General David Bradford está assombrada por pelo menos 12 fantasmas. Alguns investigadores afirmam que ocorreram aqui cerca de 10 assassinatos, no entanto apenas foi possível confirmar 1 deles. são vários os fenômenos e os fantasmas que assombram, sendo mais comuns os seguintes: - Chloe; uma serva na casa que foi morta por enforcamento pelos escravos da Plantação por ter alegadamente feito um bolo de aniversário envenenado e o ter dado a comer à dona da casa, a senhora Sara Woodruff e às suas duas filhas. Diz-se que um dos espelhos da casa contém o espírito da mãe e das duas filhas e que são vistas ocasionalmente no espelho assim como dedadas. O espelho é um dos objectos mais famosos da casa. - Os fantasmas das duas meninas foram vistas a brincar na varanda. -William Drew Winter; um advogado que viveu na casa desde 1860 até 1871, foi baleado por um desconhecido quando se encontrava no alpendre. Gravemente ferido, ele ainda tentou chegar ao segundo piso mas não foi capaz. Ao chegar ao 17º degrau, caiu e morreu. São os seus últimos passos que podem ser ouvidos nos dias de hoje. (Este é o único assassinato que foi possível confirmar). - Os fantasmas de outros escravos aparecem ocasionalmente perguntando se existe alguma tarefa para eles fazerem. - O piano é ouvido regularmente a tocar sozinho, repetindo um acorde aterrador. A Plantação Myrtles é hoje uma pensão que abre as suas portas a centenas de hóspedes que habitualmente relatam estranhas ocorrências na casa durante a sua estadia. |
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Carma, destino ou maldição? - A Plantação Myrtles
Author:
Roberio de Ogum
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Serial Killers - Carma, destino ou maldição?
Marcel Petiot nasceu em 17 de janeiro de 1897, na França. Foi diagnosticado como doente mental em 1914. Foi expulso de várias escolas, e se formou em uma escola especial em Paris.
Petiot foi convocado durante a 1º Guerra Mundial em 1916. Foi ferido, intoxicado e demonstrou novos sintomas de problemas mentais. Foi enviado para uma casa de repouso, onde foi preso por roubar cobertores do exército. Foi para um hospital psiquiátrico onde foi novamente diagnosticado como doente mental, mas foi convocado de novo para o exército em 1918. Atirou no próprio pé, mas nem isso conseguiu tirar ele do exército e receber alta por invalidez.

Depois da Guerra Petiot entrou num programa de educação destinado a veteranos de guerra. Completou o ensino médio, foi estágiario de um hospital psiquiátrico e se formou em medicina em 1921.
Ao trabalhar num hospital em Villeneuve-sur-Yonne ganhou uma reputação duvidosa por fornecimento de entorpecentes e realizações de abortos clandestinos.
Foi prefeito da cidade de Delaveau, desviou dinheiro dos fundos da cidade, e foi suspenso em 1931, quando renunciou a Prefeitura.
Quando começou a 2º Guerra Mundial, Petiot viu uma chance de ouro, para ganhar dinheiro. Comprou uma casa, tornou ela a prova de som, criando uma armadilha. Foi ai que matou mais de 63 pessoas...
O médico falava para suas vítimas, a maioria Judeus que tentava fugir dos nazistas, que era membro da Resistência Francesa e conseguia fugas seguras para a Argentina, por um alto preço.
Depois de receber o dinheiro o médico aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que era uma vacina contra doenças tropicais. Deixava elas num quarto a prova de som e pedia para esperarem o efeito.
Quando o veneno fazia efeito, Petiot observava a morte de suas vítimas através de buracos feitos para isso. Depois mutilava os corpos e jogava eles num poço de cal.
Foi preso em 1944, no seu porão foram encontrados 27 corpos mutilados. Ele alegava que eram nazistas e que estava fazendo seu dever como Francês, e foi liberado. Foi preso outra vez quando um jornal acusou ele de simpatizante dos nazistas. Durante o julgamento confessou o assassinato de 63 pessoas que ele acusou de "inimigos da França".
Ninguém acreditou, Petiot foi condenado a Morte, e morreu na Guilhotina em 1964.
Acredita-se que suas mortes passam das 63 vítimas...
Petiot foi convocado durante a 1º Guerra Mundial em 1916. Foi ferido, intoxicado e demonstrou novos sintomas de problemas mentais. Foi enviado para uma casa de repouso, onde foi preso por roubar cobertores do exército. Foi para um hospital psiquiátrico onde foi novamente diagnosticado como doente mental, mas foi convocado de novo para o exército em 1918. Atirou no próprio pé, mas nem isso conseguiu tirar ele do exército e receber alta por invalidez.
Depois da Guerra Petiot entrou num programa de educação destinado a veteranos de guerra. Completou o ensino médio, foi estágiario de um hospital psiquiátrico e se formou em medicina em 1921.
Ao trabalhar num hospital em Villeneuve-sur-Yonne ganhou uma reputação duvidosa por fornecimento de entorpecentes e realizações de abortos clandestinos.
Foi prefeito da cidade de Delaveau, desviou dinheiro dos fundos da cidade, e foi suspenso em 1931, quando renunciou a Prefeitura.
Quando começou a 2º Guerra Mundial, Petiot viu uma chance de ouro, para ganhar dinheiro. Comprou uma casa, tornou ela a prova de som, criando uma armadilha. Foi ai que matou mais de 63 pessoas...
O médico falava para suas vítimas, a maioria Judeus que tentava fugir dos nazistas, que era membro da Resistência Francesa e conseguia fugas seguras para a Argentina, por um alto preço.
Depois de receber o dinheiro o médico aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que era uma vacina contra doenças tropicais. Deixava elas num quarto a prova de som e pedia para esperarem o efeito.
Quando o veneno fazia efeito, Petiot observava a morte de suas vítimas através de buracos feitos para isso. Depois mutilava os corpos e jogava eles num poço de cal.
Foi preso em 1944, no seu porão foram encontrados 27 corpos mutilados. Ele alegava que eram nazistas e que estava fazendo seu dever como Francês, e foi liberado. Foi preso outra vez quando um jornal acusou ele de simpatizante dos nazistas. Durante o julgamento confessou o assassinato de 63 pessoas que ele acusou de "inimigos da França".
Ninguém acreditou, Petiot foi condenado a Morte, e morreu na Guilhotina em 1964.
Acredita-se que suas mortes passam das 63 vítimas...
Author:
Roberio de Ogum
domingo, 11 de dezembro de 2011
Catástrofes estão relacionadas a carmas individuais e coletivos?
O nascimento de uma pessoa nesta ou naquela nação se deve a certos princípios relacionados à sua própria evolução e às características individuais e coletivas que lhe cabem. Dessa forma, seu carma individual é vivenciado conforme suas necessidades neste ou naquele meio ambiente.
Partindo do pressuposto que os nossos débitos cármicos precisam passar por uma série de acontecimentos, uma tragédia nacional, como terremotos e tsunamis, pode servir de "pretexto" para esgotar certa quantidade de mau carma que não seria possível em acontecimentos "normais" de nosso dia a dia. Ou seja, em um momento de catástrofe, como temos visto com certa frequência nos últimos tempos, é possível esgotar uma quantidade de carma que só conseguiríamos através de muitas vidas.
Quando uma pessoa precisa viver uma tragédia em meio a uma catástrofe, não há nenhuma intervenção que o possa salvar. A partir de seu desenvolvimento, de encarnação em encarnação, as características individuais de uma alma atraem-no para certa nação. Como podemos perceber existem vários tipos de carma envolvidos em nosso destino: o pessoal ou individual, o familiar, o coletivo e, ainda, o planetário. Os detalhes que envolvem o carma coletivo são extensos demais para serem explicados em um simples trabalho como este, e certamente eu mesma não saberia me aprofundar o suficiente para tal explicação. Dentro dos estudos já feitos sobre o assunto, podemos entender algumas coisas, inclusive já escritas por mim em trabalhos passados.
Já falei para vocês há algum tempo sobre formas de pensamento e é sabido que quando criamos formas de caráter destrutivo elas se unem a forças com o mesmo caráter energético, ou seja, essa energia adquire uma força tão grande que é projetada no plano físico em forma de guerras, revoluções e acidentes de toda espécie que vem de encontro com o carma individual e coletivo das pessoas envolvidas nessa mesma vibração.
Por exemplo: os pensamento carregados de ódios, ressentimentos e vingança estão relacionados com assassinatos. As almas que se encontram no baixo astral, acabam por reforçar essa tendência unindo ainda mais negatividade àquelas já existentes, aumentando o número de assassinatos. Podemos dizer que nossos maus pensamentos e nosso desequilíbrio podem causar devastações que se propagam no campo magnético individual e planetário. Quando devíamos, através de nossa energia criadora, colaborar com o Plano Divino continuamos, através de ações, pensamentos e palavras destrutivas, atrapalhando os poderes criadores da natureza em direção ao Grande Esquema Divino de paz e amor sobre a Terra.
Por Eunice Ferrari
Author:
Roberio de Ogum
sábado, 10 de dezembro de 2011
Pesquisadores investigam o fenômeno paranormal no sul da Espanha
Um grupo de investigadores estudará a aparição de novas manchas com a forma de rostos humanos na casa de um povoado do sul da Espanha, que ficou famoso há 30 anos pela suposta "magia" de duas de suas casas.
As chamadas "Caras de Bélmez" são rostos que, pela primeira vez, apareceram no solo da cozinha de uma casa do povoado de Bélmez de la Moraleda, na província de Jaén, em 1971.
O que, segundo alguns, eram simples manchas no cimento atraíram a atenção da imprensa e dos investigadores da época até transformá-las no fenómeno paranormal mais conhecido da Espanha.
A morte em 2004 de María Gómez, sua proprietária, aos 85 anos, parecia ter interrompido o fenómeno, mas, pelo contrário, os rostos continuaram a aparecer oito meses depois, e surgiram, além disso, em outra casa, propriedade de duas sobrinhas da falecida.
Nessa casa, na qual María nasceu e viveu durante 22 anos, é onde está o quarto que, após seis meses selada, foi visitada nesta quinta-feira pela equipa de investigadores, meios de comunicação e parentes da ex-proprietária.
O presidente do Grupo de Pesquisas Parapsicológicas de Bélmez, Diego Fuentes, qualificou as manchas no local de "pequenas teleplastias surpreendentes" e anunciou que as averiguará para tentar determinar sua origem.
As manchas em forma de faces continuam sendo um tema de conversa habitual em Bélmez, um povoado com menos de dois mil habitantes, tanto pelo aspecto parapsicológico quanto pela criação este ano de um centro de interpretação com um orçamento de 900 mil euros fornecidos, em sua maioria, por fundos europeus.
As chamadas "Caras de Bélmez" são rostos que, pela primeira vez, apareceram no solo da cozinha de uma casa do povoado de Bélmez de la Moraleda, na província de Jaén, em 1971.
O que, segundo alguns, eram simples manchas no cimento atraíram a atenção da imprensa e dos investigadores da época até transformá-las no fenómeno paranormal mais conhecido da Espanha.
A morte em 2004 de María Gómez, sua proprietária, aos 85 anos, parecia ter interrompido o fenómeno, mas, pelo contrário, os rostos continuaram a aparecer oito meses depois, e surgiram, além disso, em outra casa, propriedade de duas sobrinhas da falecida.
Nessa casa, na qual María nasceu e viveu durante 22 anos, é onde está o quarto que, após seis meses selada, foi visitada nesta quinta-feira pela equipa de investigadores, meios de comunicação e parentes da ex-proprietária.
O presidente do Grupo de Pesquisas Parapsicológicas de Bélmez, Diego Fuentes, qualificou as manchas no local de "pequenas teleplastias surpreendentes" e anunciou que as averiguará para tentar determinar sua origem.
As manchas em forma de faces continuam sendo um tema de conversa habitual em Bélmez, um povoado com menos de dois mil habitantes, tanto pelo aspecto parapsicológico quanto pela criação este ano de um centro de interpretação com um orçamento de 900 mil euros fornecidos, em sua maioria, por fundos europeus.
Author:
Roberio de Ogum
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Carma, destino ou maldição? - Histórias de assombros no casarão da Água Verde na CE-060 - Ceará:
Casarão da Àgua Verde, na CE-060, foi incluido no mapa das expressões culturais de Guaiúba (Foto: Rafael Cavalcante)
Contam histórias de assombrações e que existe até um tesouro escondido no casarão da Água Verde que é de propriedade de dois irmãos. Com a duplicação da CE-060, o imóvel será preservado.
Quem passa pela CE-060, no distrito de Água Verde, no município de Guaiúba, admira o antigo casarão e lamenta o estado em que se encontra.
Mesmo com as paredes ainda conservadas, já se nota os estragos nas janelas e portas, o muro em ruínas e a vegetação que toma quase toda a estrutura.O local tem fama de mal assombrado.
Há depoimentos de quem morou por lá e diz que os “fatos sobrenaturais” ocorriam sempre à meia-noite, meio-dia e 18 horas.
O auxiliar de enfermagem Miguel Coelho que viveu lá por cerca de três meses há quatro anos, tem até depoimento gravado na Rádio Rede Escola Portal da Serra do Centro de Educação, Arte e Cultura de Guaiúba.
“No primeiro mês foi tranquilo, mas a partir do segundo mês apareceram coisas estranhas como vozes de homem e mulher chamando o meu nome. Eu respondia e não aparecia ninguém”, conta. Católico, sem crer na volta de espíritos para a terra, Miguel disse que “viu um homem de seus 40 anos, por volta das seis horas da noite, passar pela casa e sumir”.
Segundo Miguel, o casarão tem uma estrutura muito forte, com paredes grossas e há túneis por dentro. “O primeiro a morar foi o seu Durval, depois foram parentes dele. Tem algo que expulsa as pessoas de lá. Dizem que os antepassados enterraram moedas de ouro e prata no local. Deve ser por causa disso que surgem essas coisas estranhas”.
Muitos moradores de Água Verde não têm coragem de entrar no casarão. Mas um dos proprietários, Waldir Cavalcante, não demonstra temor e planeja, após o término do inventário do imóvel, restaurar e ficar morando na casa construída por ele, e transformada em palacete pelo irmão Durval Cavalcante, o seu Dudu, já falecido.
Mesmo tendo fama de mal assombrado, a população quer que a família Cavalcante (atualmente formada pelos irmãos Waldir e Sílvia) conserve o casarão.
“Fizemos o mapa das expressões culturais de Guaiúba em 2006 com a participação de estudantes da rede pública e o casarão foi incluído”, informa o assessor de Comunicação da Prefeitura, Soriano Ribeiro da Silva.
Uma preocupação de moradores e pessoas que conhecem o casarão da Água Verde era de que o imóvel fosse destruído com o projeto de alargamento da CE-060 que será executado pelo governo estadual.
Isso porque a rodovia dá acesso ao município de Redenção onde vai funcionar, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Porém, segundo o Departamento de Edificações e Rodovias (DER), o casarão será poupado.
Ficará numa área de retorno. Seu Didi não sabia que o casarão seria preservado com a duplicação da rodovia estadual.
“Eu ainda não entrei em contato com o Departamento de Estradas (DER) porque estou esperando a conclusão do inventário que vai definir quem vai ficar com o casarão”.
Seu Waldir disse que será decidido entre ele e a irmã Sílvia Cavalcante. Os dois pretendem preservar e restaurar o casarão.
“Dependendo do resultado posso até voltar a ocupá-lo”, disse seu Didi.
Guaiúba fica na Região Metropolitana de Fortaleza. Tem uma população estimada em 24.091 habitantes, segundo o Censo 2010. Água Verde é um dos distritos. Os demais são: Itacima, Dourado, Baú, e São Jerônimo, além da sede.
Author:
Roberio de Ogum
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Bonecas Assombradas
O comércio de coisas amaldiçoadas ou assombradas por aqui não é comum, mas lá nos EUA você encontra fácil principalmente agora com a internet.
No site da globo eles encontraram 7 bonecos assombrados a venda no Ebay!!
No site da globo eles encontraram 7 bonecos assombrados a venda no Ebay!!
Essa é a Reagan a boneca assassina. Na descrição o vendedor avisa que quem comprar ela vai ter gritos de espíritos e disturbios elétricos pela casa.
O dono diz que só está avisando pq seria irresponsável vender a boneca sem falar a verdade.
Pelo jeito ele quer se livrar dessa boneca!
Essa "bruxa" pode te livrar até da insônia. O dono diz que está vendendo pq quer dividir o poder da bruxa com outras pessoas.
Na página da bruxa, o vendedor explica que ela foi feita em 1948 no covil das Bruxas Brancas. E ainda garante que seu poder vale muito mais do que os US$ 24,95 (cerca de R$ 44) que ele pede.
O vendedor desta boneca traz na descrição toda a história de como uma menina chamada Arson morreu em um incêndio acidental. Para ele, o brinquedo é muito útil, uma vez que avisa quando um possível incêndio for começar.
Depois de cinco parágrafos explicando a origem da boneca, o vendedor garante que o próximo dono de Arson nunca mais terá que se preocupar com possíveis incêndios, bastando apenas carregá-la para todos os lados. Agora, o que ele não pensou é que seria bem estranho ficar andando de um lado para o outro com uma boneca.
De acordo com o texto descrito no eBay, o carneirinho está possuído por uma garota chamada Cindy, que foi assassinada com um tiro. Na verdade, o vendedor garante que quem comprar o bichinho de pelúcia vai conseguir ouvir a voz de Cindy.
De acordo com o vendedor, o carneirinho emite sons distorcidos como um toca disco velho que pula algumas partes de uma música. Agora, quero ver você acreditar que o carneirinho realmente emite a voz de Cindy e não apenas toca alguma coisa que, muito provavelmente, está dentro do bichinho de pelúcia.
Existem tantas coisas “assombradas” no eBay que as pessoas precisam chamar a atenção para o que elas estão vendendo. Além disso, é preciso que você comprove que o seu item é realmente assombrado, ou melhor, mais assombrado do que qualquer outro item. No caso dessa boneca, o anunciante diz que ela foi testada e aprovada pela Sociedade Norte-Americana de Pesquisa Paranormal.
O vendedor da boneca assombrada garante que a boneca traz um poder que você jamais imaginou. A princesa indiana maka souix é capaz de incorporar as pessoas que estão no mundo dos mortos e com isso fazer com que você possa se comunicar e conversar com eles. E você? Vai deixar essa oportunidade passar?
Não basta a tábua de Ouija já falar com fantasmas e espíritos, agora elas precisam ser assombradas! O vendedor conta que, depois de usar a tábua por alguns meses, alguém chamado Ailfrid começou a falar por si só sem precisar ser "chamado", garantindo que era do clã dos elfos. Cético como ele é, o leiloreiro diz que foi procurar o significado da palavra Ailfrid e eis o que achou: Conselho de Elfos. E nas prórpias palavras dele: "aí estava a prova que eu precisava para saber que ela tinha um poder especial".
Por essa razão, o atual dono da tábua disse que precisava dividir isso com o resto do mundo e assim o colocou para vender no eBay. Ele ainda garante que jamais venderia uma coisa falsa e por isso ele garante que a tábua de Ouija recebe de verdade o fantasma de um elfo.
Não se deixe enganar pela aparência bondosa do palhaço! Zippy é, como o próprio dono descreve, “a pior maldade já imaginada”. Ele foi encontrado abandonado em um quarto de hotel em Santa Barbara, nos Estados Unidos, e o atual dono achou que ele seria um bom suvenir. Mas com certeza ele não esperava o que estava por vir.
Depois de muitas brincadeiras estranhas, como o próprio dono fala, ele começou a acreditar que alguma coisa paranormal estava acontecendo e por isso decidiu consultar um especialista em atividades paranormais. Esse especialista disse a ele que o que estava causando esses problemas era um palhaço chamado Zippy, que estava terrivelmente amaldiçoado.
O especialista ainda disse que não se preocupasse porque o palhaço não conseguiria matar ninguém nem fazer maldades mais sérias, além dessas leves brincadeiras. Isso tudo porque ele está envolto em um plástico protetor que é capaz de segurar a maldição de Zippy. Ou seja, já podem se sentir tranquilos caso tenham interesse em comprar um palhaço amaldiçoado, que tem uma capa protetora que não será capaz de machucar ninguém.
Fonte: Globo.com
Author:
Roberio de Ogum
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Carma, destino ou maldição?
Caso das crianças que apareceram na Vila de Woolpit ainda é um mistério
As crianças apareceram não se sabe de onde. Eles falavam uma língua desconhecida, usavam estranhas roupas. Não comiam e tinham uma pele verde. Eles pareciam não ser deste mundo. Quem eram eles e de onde vieram?
Essas crianças misteriosas entram em nosso mundo através de uma janela do tempo, de outra dimensão ou emergiram do submundo? Depois de muitos anos, muitas pessoas têm se ocupado com estas questões, tentativas para encontrar uma explicação para essa estranha ocorrência que só torna o caso mais inexplicável.
A história começou há muito tempo atrás; as duas notáveis crianças foram descobertas na vila de Woolpit, em Suffolk ― UK. O incidente se deu durante o regime do rei Stephen da Inglaterra (1135-1154), numa época difícil. Os camponeses estavam trabalhando quando as duas crianças, um garoto e uma garota, repentinamente emergiram de um fosso profundo. As pessoas ficaram de olhos arregalados diante do fato.
Estavam vestidas com roupas de material nada familiar e suas peles eram verdes. Era impossível falar com eles por que tinham um dialeto desconhecido. Os dois foram levados para o dono do feudo, Sir Richard de Caline. Obviamente, eles estavam tristes e choraram por vários dias.
Os pequenos esverdeados se recusaram a comer e a beber qualquer coisa até que alguém ofereceu feijão ainda no talo para eles. Eles sobreviveram comendo feijão por vários meses. Mais tarde eles começaram a comer pão. O tempo passou, o pequeno e esverdeado garoto entrou em depressão, adoeceu e morreu. A garota adaptou-se melhor a sua nova situação. Ela aprendeu a falar inglês e gradualmente sua pele foi perdendo a cor verde. Mais tarde se tornou uma saudável jovem e se casou.
Ela era sempre perguntada sobre seu passado e de onde tinha vindo, mas tudo que falava só fazia aumentar o mistério sobre suas origens. Explicava que seu irmão e ela tinham vindo de "uma terra sem sol", com um perpétuo crepúsculo. Todos os habitantes eram verdes. Ela não tinha certeza exata onde se localizava sua terra. Ainda, ela chamava de "Luminous" a outra terra, que era cruzada por um "rio considerável" separando o mundo deles.
Também são inexplicáveis como as crianças apareceram naquele fosso. A garotinha disse que ela e seu irmão estavam procurando o rebanho do pai e seguiram por caverna escutando o som dos sinos. Vagaram na escuridão por um longo tempo até que acharam uma saída; de repente, eles ficaram cegos por um clarão de luz.
A luz do sol e a temperatura diferente deixaram-nos cansados; descansavam quando ouviram vozes, viram pessoas estranhas e tentaram fugir. Entretanto, não tiveram tempo de se mover da boca do fosso onde foram descobertos. As fontes originais dessa história são William de Newburgh e Ralph de Coggeeshall, dois cronistas ingleses do século 12.
Muitas explicações têm aparecido para o enigma das crianças verdes. Uma das teorias sugeridas é que as crianças eram imigrantes flamengas que sofreram perseguição. Seus pais teriam sido mortos e o garoto e a garota se esconderam na floresta. Esta idéia explicaria as roupas diferentes, mas não esclarece o fato das crianças falarem uma língua desconhecida, embora alguns habitantes locais achassem que era uma corruptela de flamengo.
Outros sugerem má nutrição ou o envenenamento por arsênico como a causa da pele verde. Também havia um rumor que um tio tentou envenenar as crianças, mas isso nunca foi confirmado. No entanto, outras pessoas como o astrônomo escocês, Duncan Lunan, sugeriam que as crianças eram alienígenas enviados de outro planeta para a Terra.
De acordo com outras teorias, as crianças vieram de um reino subterrâneo ou, possivelmente, de outra dimensão. Poderiam as crianças verdes de Woolpit ter vindo de um mundo paralelo, um lugar invisível ao olho nu? É importante lembrar que a garota disse que "não havia sol" no lugar de onde ela teria vindo. Disto se pode deduzir que ela habitava de um mundo subterrâneo. A verdadeira origem das crianças nunca foi descoberta e este caso continua um mistério.
Essas crianças misteriosas entram em nosso mundo através de uma janela do tempo, de outra dimensão ou emergiram do submundo? Depois de muitos anos, muitas pessoas têm se ocupado com estas questões, tentativas para encontrar uma explicação para essa estranha ocorrência que só torna o caso mais inexplicável.
A história começou há muito tempo atrás; as duas notáveis crianças foram descobertas na vila de Woolpit, em Suffolk ― UK. O incidente se deu durante o regime do rei Stephen da Inglaterra (1135-1154), numa época difícil. Os camponeses estavam trabalhando quando as duas crianças, um garoto e uma garota, repentinamente emergiram de um fosso profundo. As pessoas ficaram de olhos arregalados diante do fato.
Estavam vestidas com roupas de material nada familiar e suas peles eram verdes. Era impossível falar com eles por que tinham um dialeto desconhecido. Os dois foram levados para o dono do feudo, Sir Richard de Caline. Obviamente, eles estavam tristes e choraram por vários dias.
Os pequenos esverdeados se recusaram a comer e a beber qualquer coisa até que alguém ofereceu feijão ainda no talo para eles. Eles sobreviveram comendo feijão por vários meses. Mais tarde eles começaram a comer pão. O tempo passou, o pequeno e esverdeado garoto entrou em depressão, adoeceu e morreu. A garota adaptou-se melhor a sua nova situação. Ela aprendeu a falar inglês e gradualmente sua pele foi perdendo a cor verde. Mais tarde se tornou uma saudável jovem e se casou.
Ela era sempre perguntada sobre seu passado e de onde tinha vindo, mas tudo que falava só fazia aumentar o mistério sobre suas origens. Explicava que seu irmão e ela tinham vindo de "uma terra sem sol", com um perpétuo crepúsculo. Todos os habitantes eram verdes. Ela não tinha certeza exata onde se localizava sua terra. Ainda, ela chamava de "Luminous" a outra terra, que era cruzada por um "rio considerável" separando o mundo deles.
Também são inexplicáveis como as crianças apareceram naquele fosso. A garotinha disse que ela e seu irmão estavam procurando o rebanho do pai e seguiram por caverna escutando o som dos sinos. Vagaram na escuridão por um longo tempo até que acharam uma saída; de repente, eles ficaram cegos por um clarão de luz.
A luz do sol e a temperatura diferente deixaram-nos cansados; descansavam quando ouviram vozes, viram pessoas estranhas e tentaram fugir. Entretanto, não tiveram tempo de se mover da boca do fosso onde foram descobertos. As fontes originais dessa história são William de Newburgh e Ralph de Coggeeshall, dois cronistas ingleses do século 12.
Muitas explicações têm aparecido para o enigma das crianças verdes. Uma das teorias sugeridas é que as crianças eram imigrantes flamengas que sofreram perseguição. Seus pais teriam sido mortos e o garoto e a garota se esconderam na floresta. Esta idéia explicaria as roupas diferentes, mas não esclarece o fato das crianças falarem uma língua desconhecida, embora alguns habitantes locais achassem que era uma corruptela de flamengo.
Outros sugerem má nutrição ou o envenenamento por arsênico como a causa da pele verde. Também havia um rumor que um tio tentou envenenar as crianças, mas isso nunca foi confirmado. No entanto, outras pessoas como o astrônomo escocês, Duncan Lunan, sugeriam que as crianças eram alienígenas enviados de outro planeta para a Terra.
De acordo com outras teorias, as crianças vieram de um reino subterrâneo ou, possivelmente, de outra dimensão. Poderiam as crianças verdes de Woolpit ter vindo de um mundo paralelo, um lugar invisível ao olho nu? É importante lembrar que a garota disse que "não havia sol" no lugar de onde ela teria vindo. Disto se pode deduzir que ela habitava de um mundo subterrâneo. A verdadeira origem das crianças nunca foi descoberta e este caso continua um mistério.
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Roberio de Ogum
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Lição de vida: Pen Shuilin, um homem que tem apenas metade do corpo
Esta é a história incrível de Peng Shuilin, um empresário chinês que foi atropelado por um caminhão e conseguiu sobreviver. Agora vive sem pernas, sem órgãos genitais e sem parte do quadril. “O meu segredo é a alegria”, afirmou este exemplo de força de vontade e alegria de viver.
Peng Shuilin tem exatamente 78 cm de altura. Ele nasceu na província de Hunan, na China. Em 1995, em Shenzhen, um caminhão o atropelou e dividiu seu corpo ao meio. Não havia como recuperar a parte inferior do seu corpo.
Cirurgiões costuraram seu torso. O processo de recuperação incluiu a retirada de pele da parte superior do corpo do chinês para manter o funcionamento normal de órgãos vitais afetados durante a amputação.
Peng Shuilin, 37, passou quase dois anos no hospital em Shenzhen, no sul da China, passando por uma série de operações. Esse tempo foi necessário para que a pele se fortalecesse o suficiente para poder conter os órgãos dentro do corpo.
Peng continuou exercitando seus braços, lavando o rosto, escovando os dentes…
Ele sobreviveu contra todas as probabilidades. Os médicos de Peng Shulin estão surpresos porque ele aprendeu a andar novamente depois de uma década.
Considerando a situação de Peng, os médicos no Centro de Pesquisa em Reabilitação em Pequim, conceberam uma forma engenhosa para que Peng pudesse caminhar por conta própria. Criaram um corset para manter seu corpo, com as duas pernas biônicas. Os médicos usaram seus conhecimentos técnicos e tudo foi feito cuidadosamente.
Peng foi andando pelos corredores do Centro de Pesquisa em Reabilitação em Pequim, com o auxílio de suas pernas especialmente adaptadas e um andador redimensionado.
“Oh é tão satisfatório “andar” novamente depois de 10 anos com a metade de um corpo!” diz Peng.
Peng Shuilin abriu o seu próprio negócio, um supermercado cujo nome faz referência à sua própria história: Half Man Half Price Store (“meio homem, metade do preço”, em tradução livre). Aos 37 anos de idade tornou-se um empresário e é um exemplo para outros amputados. Com pouca altura, ele se movimenta em uma cadeira de rodas dando palestras de motivação sobre sua recuperação. Sua atitude é incrível, ele não reclama.
O diretor do hospital Bujie, Lin Liu, declarou aos meios de comunicação que Shuilin “estava bem cuidado, mas o seu segredo é a alegria, nunca está deprimido”.“Acabamos de lhe fazer um exame geral e está melhor que a maioria dos homens da sua idade. É impressionante porque é a única pessoa no mundo que sobreviveu com tal “quantidade” do corpo amputado”, concluiu o médico.
Na vida reclamamos de tudo, a maior parte do tempo estamos insatisfeitos reclamando do que não temos. Agora que você conheceu um homem que sobreviveu com a metade do corpo e reconheceu que a vida é algo extraordinário, um triunfo do espírito humano para superar a adversidade extrema, quando quiser reclamar de algo banal, não reclame. Lembre-se de Peng Shulin!
Author:
Roberio de Ogum
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Carma, destino ou maldição? - Antigo sanatório das Penhas da Saúde
Carma, destino ou maldição?
O edifício do antigo Sanatório dos Caminhos-de-ferro está localizado nas Penhas da Saúde, a cinco quilómetros da Covilhã, a cerca de 950 metros de altitude, num local denominado por Porta dos Hermínios. Trata-se de uma varanda com vistas de extraordinária amplitude, onde se vislumbra toda a Cova da Beira, desde Belmonte ao Fundão e, para oriente, a Serra da Malcata e serranias espanholas.
Foto exterior do Sanatório tirada nos anos 80
Projectado pelo arquitecto Cottinelli Telmo nos anos 20,foi mandado construir pelos Caminhos de Ferro para tratamento de Tuberculose dos seus funcionários, visto poderem beneficiar da localização em sitio calmo e dos ares da Serra, fazendo parte da rede de 11 sanatórios, existentes no inicio do século XX.
Demorou 8 anos a ser construído (1928-1936) e permaneceu fechado durante outros tantos anos, devido a circunstâncias diversas e estranhas à CP. Depois viria a ser arrendado à Sociedade Portuguesa de Sanatórios, com a condição de receber todos os doentes necessitados de tratamento de altitude, tendo cinquenta camas à disposição da Assistência Nacional aos Tuberculosos.
O edifício acolheu, ao longo de mais de 40 anos, muitos milhares de tuberculosos, provenientes de todo o país, que procuravam recuperar da Tuberculose nos bons ares da Serra da Estrela.
Apesar de acolher doentes de todas as classes sociais, os doentes menos favorecidos não tenham acesso a todas as alas, algumas destinadas apenas às classes altas, que ali encontravam todo o conforto que o dinheiro podia comprar.
Oito anos após a cedência, o edifício passou para as mãos do Estado, tomando conta dele o Instituto de Assistência Nacional de Tuberculose (IANT), passando também a partir de 1953, a ser internados doentes pobres.
O recurso à quimioterapia antituberculose, levou ao encerramento dos sanatórios afastados dos centros urbanos e pouco rentáveis. E o Sanatório das Penhas da Saúde não mereceu diferente sorte, fechando as portas em Junho de 1969.
Em 1969, por ordem do Ministério de Saúde e Assistência seria dada ordem de encerramento. O seu ultimo director Dr. Carlos Coelho, licenciado em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, acabou por ser o ultimo testemunho do encerramentodo Sanatório.
Palco de grandes historias humanas, umas com sucesso, outras dramáticas, devido as carências na época. Portugal entrava em guerra com algumas colónias em África, que originou uma época de grande crise, pobreza e miséria,
Nos anos seguintes, houve a tentativa de aproveitar a estrutura, chamando-se Abrigo dos Hermínios com a finalidade de servir de albergue, estrutura de apoio ao alojamento na Serra da Estrela, tendo sido mesmo mudadas todas as camas do edifício.Após o 25 de Abril, e devido à falta de alojamento, serviu de residência temporária aos retornados e refugiados das antigas colónias.
Desde os anos 80 que foi deixado a um abandono profundo, que tem originado o seu estado de degradação até aos nossos dias.
Avaliada entre cem e cento e cinquenta milhões de euros, a reconstrução do Sanatório ultrapassa as possibilidades da Turistrela, o que obrigou à cedência em favor da Enatur.
A 28 de Novembro de 1998, o Sanatório é vendido pela Turistrela à Enatur, pela simbólica quantia de 1 escudo. Em troca, entre outras contrapartidas, a Enatur compromete-se a reconstruir o edifício e transformá-lo numa Pousada Regional de grande qualidade.
A FUTURA ESTRUTURA
O projecto foi entregue ao conhecido arquitecto do Porto,Souto Moura, cujo arranque das primeiras obras esteve previsto para o final deste Inverno, o que não irá acontecer.
Segundo Souto Moura, a fachada original vai ser mantida, pois «está lá tudo»,e nada vai ser alterado no seu interior, assim como na altura da construção as soluções aplicadas pelo arquitecto criador foram acertadas. Exemplos são a disposição de todo o trabalho de caixaria de portas e janelas, já que o seu criador fê-lo a pensar num «Hotel para doentes».
Presságio ou não, o edifício acabará mesmo como uma unidade hoteleira, com 35 quartos duplos, 16 suites e cinco quartos familiares, que poderão ser configurados como dez quartos individuais, para além de uma suite presidencial.
A preocupação deste arquitecto em criar uma estrutura com baixos custos de manutenção pois estes custos terão muito peso no futuro da gestão da Pousada. Para isso foi pedido ao Estado do Turismo para que a exigência de instalação de ar condicionado, neste tipo de unidade com classificação de cinco estrelas, possa ser revista, já que um «edifício com paredes de dois metros de espessura não precisam de ar condicionado nenhum», palavras do responsável do projecto.
Apenas duas alterações na estrutura do edifício serão visíveis do exterior. Uma nas traseiras, prolongando a zona de cozinha e serviços e outra, logo abaixo do telhado, reabrindo os solários, quebrando o aspecto pesado do edifício. Será um regresso ao projecto original, já que o seu arquitecto foi obrigado a adulterá-lo, quando a CP lhe pediu um alargamento do sanatório. Na altura os solários foram fechados e aproveitados como quartos.
As novas estruturas da pousada, não vão interferir com o conjunto original: o parque de estacionamento, com capacidade para 50 a 60 viaturas será subterrâneo. O parque, com entrada directa para o interior do edifício, terá uma zona de armazenagem de material de Inverno e um outro corredor que ligará ao health club. Esta outra unidade será construída também no subsolo. Este health club subterrâneo é construído num acentuado desnível ali existente, em que será colocada uma parede envidraçada amovível, permitindo a partir da sauna ou da piscina, o contacto com o exterior.
Para além do edifício do sanatório em si, fazem parte do conjunto da estrutura, nas redondezas outros imóveis, como a casa do médico e as antigas casas dos funcionários. A primeira será recuperada e ficará disponível como pequena unidade de alojamento de reserva, para épocas de maior lotação ou ocasiões especiais e as restantes servirãopara os funcionários.
O exterior do edifício, à entrada da pousada, terá um pequeno lago artificial e será densamente arborizado.
*********
Ano de 1962
Carta enviada por um doente ao Director do Sanatório
Serzêdo, Gaia 25 de Outubro de 1962
Joaquim Rodrigues Valente, doente n° 2598, quarto rés do chão 57, vem muito respeitosamente informar Vossa Excelência, Senhor Director, que recebera um oficio com o n° 2386/D datado de 23/10/962, no qual vi tudo que Vossa Excelência me manda dizer.
Senhor Diretor, venho muito respeitosamente informar Vossa Excelência que não me posso apresentar imediatamente o que me causa um grande desgosto, mas como a minha cama não pode estar vaga tanto tempo, agradecia já que vou ter a alta, que Vossa Excelência fizer-se o favor e a esmola se informava o Senhor Director do dispensário de Vila Nova de Gaia o motivo da minha alta.
Agradecendo o favor subscrevo-me com a máxima consideração e estima.
Cumprimentos e muito obrigado por tudo.
A bem da nação
Serzêdo – Gaia 225 de Outubro de 1962
Joaquim Rodrigues Valente
Anotações escritas na carta
saiu em 10/10/962 – processa-se a alta em 25/10/962
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Roberio de Ogum
sábado, 3 de dezembro de 2011
Os Nazistas e Lovecraft.
Em Maio de 1938, Hitler buscava loucamente o Santo Graal. Ele acreditava que o objeto poderia lhe dar mais poder e que com isso ele poderia conquistar a todos. Para poder alcançar tal objetivo, Hitler enviou um grupo de seus melhores soldados ao Tibet, na esperança de encontrar o tal objeto lendário que tanto desejava.
A expedição durou quase um ano inteiro, e perto de seu fim, os homens começaram a ficar cansados. Mas continuavam, com medo de serem punidos por falharem.
Obviamente eles ficaram mais do que felizes quando encontraram o cofre. Lhes foi dito por um guia que era ali que encontrariam o grande e perdido tesouro, algo com o poder de mudar o mundo.
O cofre estava escondido dentro de ruínas pouco conhecidas. Quando chegaram ali, ficaram surpresos pelo tamanho da porta. Era em formato circular, com um diâmetro de aproximadamente 100 pés (N/T: 30 metros). Tinha arbustos e plantas de vários tipos ao seu redor. A maioria desconhecida para os soldados.
A tropa gastou várias horas removendo as plantas para que o cofre pudesse ser aberto. Usaram facas, fogo, tudo que podiam. E só foi após de várias tentativas que eles perceberam que não havia maneira de abrir aquele cofre.
A porta parecia ter sido feita para um gigante. Eles não podiam sequer alcançar a maçaneta, já que esta estava há mais de 50 pés (N/T: 15 metros) do solo. Finalmente, depois de muito pensar e trabalhar, os soldados tiveram um plano.
Os mais fortes dos homens presentes pegaram sua melhor corda, conectando um gancho ao final desta, e a arremessaram contra a maçaneta para enrolá-la e puxá-la. Foi uma tarefa difícil, mas eventualmente eles conseguiram.
Foram preciso dez homens para fazer a maçaneta se mexer um pouco, e vinte para conseguirem de fato movê-la e abrir o cofre. Finalmente ele estava aberto.
Assim que conseguiram, um trio de soldados foi enviado para estudar seu interior. Eles entraram com esperanças de encontrar algo, qualquer coisa que pudessem levar para Hitler; eles o temiam mais do que qalquer coisa, o que foi definitivamente um erro.
Depois de três horas, os outros soldados começaram a se preocupar com a segurança dos homens que enviaram. Mas antes que outro grupo pudesse se aventurar ali, um grito parecido com o de um homem louco foi ouvido.
Um dos homens saiu correndo de dentro do cofre. Ele estava coberto de sangue, e gritava e ria. Os soldados perguntaram o que acontecera, mas tudo o que ele conseguiu lhes contar foi que ele teve que fazer um sacrifício em nome dos Grandes Anciãos.
Depois de algumas discussões, os homens restantes entraram no cofre. Andaram cautelosamente pelo que parecia ser uma cidade antiga, cheia de estátuas de bestas gigantes, algumas lembrando uma lula, mas com mais detalhes humanos.
No centro da cidade havia uma enorme plataforma ligada por uma escadaria. No centro desta plataforma havia um livro; sua costura e páginas eram de uma textura estranha, parecida com carne humana. As palavras ali escritas eram estranhas e estrangeiras, mas nada parecido com o que eles já haviam visto. E a capa parecia que tinha um rosto...
Os soldados pensaram que o livro era raro, e o pegaram. Quando desceram da plataforma, eles perceberam o local tremer fortemente, e viram a porta do cofre se fechar bem diante de seus olhos, de forma muito rápida para algo tão pesado.
Estavam presos.
Com as tochas em punho, eles não tinham outra escolha a não ser procurar por alguma saída alternativa. Marcharam através das ruínas, indo cada vez mais fundo, encontrando as mesmas estátuas e desenhos. Por fim, alcançaram um enorme lago, que parecia adentrar nos confins da Terra.
Então eles viram algo que os aterrorizou: uma enorme laje feita de pedra, com um capacete alemão sobre a mesma. A laje estava coberta de sangue, sangue fresco, de algumas horas atrás, pelo que perceberam.
Os soldados pegaram o capacete e exploraram ao redor do lago subterrâneo. De repente, o homem que carregava o livro começou a rir. Ele pegou sua arma e tomou um de seus colegas como refém.
O homem o levou até a laje e atirou à queima roupa. Depois, ele jogou o corpo no lago. Tudo aconteceu tão rápido que os outros soldados sequer tiveram tempo de processar o ocorrido, mas quando conseguiram entender o que acontecera, eles atiraram no renegado, e também jogaram seu corpo no lago.
Outro terremoto sacudiu a cidade.
Das profundezas do lago surgiu um enorme tentáculo, igual o das criaturas em forma de lula nas esculturas. Aquilo se enrolou em uma grande rocha, sendo seguida por outros tentáculos. Vários começaram a sair da água, e logo parecia que aproximadamente 100 tentáculos circundavam os homens.
Então, segundos mais tarde, eles presenciaram algo que nenhum homem são havia visto; uma grande besta surgiu das profundezas. De repente os soldados compreenderam tudo, e começaram a se matar num surto de raiva e loucura pelo que viam.
A criatura tragou os corpos, vivos e mortos, para dentro do lago, consumindo-os. Ao final do massacre, apenas um homem restou, e ele imediatamente correu para longe dali, levando o livro consigo.
Ele colocou o livro de volta ao seu local de origem, e ao fazer isso, a porta se abriu. O soldado saiu do cofre, perdendo mais do que o livro e seus colegas. Ele havia perdido sua sanidade.
Ele conseguiu voltar ao acampamento onde estavam os outros soldados, que perguntaram a ele o que acontecera. O soldado só conseguiu responder balbúcias sobre os “Grandes Anciãos”. E disse que os outros homens foram sacrificados.
A única coisa que se sabe com certeza deste evento é que o livro jamais fora recuperado. Tentaram várias outras vezes, Hitler enviou outros homens, mas apenas um de cada grupo voltava.
E todos estavam loucos. Todos balbuciavam. Todos veneravam os Grandes Anciãos.
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Roberio de Ogum
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
A maldição de Tutancamon
Por Rainer Sousa
As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.
Este faraó era o lendário Tutancamon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?
Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.
Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.
A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.
Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.
Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.
Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancamon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancamon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.
Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.
A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.
Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancamon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.
Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Este faraó era o lendário Tutancamon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?
Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.
Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.
A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.
Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.
Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.
Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancamon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancamon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.
Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.
A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.
Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancamon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.
Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Author:
Roberio de Ogum
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
A “Dama Marrom”
A “Dama Marrom”
Por volta de 1700, Charles Townshend vivia em Norfolk, Inglaterra, junto de sua esposa, Lady Dorothy Townshend. Reza a lenda, que um pouco antes do casamento, Dorothy teria traído seu futuro marido com Lord Wharton.
Charles, que não era bobo, descobriu que sua futura esposa havia lhe passado para trás, mas mesmo assim casou-se com ela. Porém o casamento não ocorreu por ele ter perdoado Dorothy, mas sim porque Charles queria se vingar dela. Desse modo viveram durante alguns anos juntos, até que em 1726, Lady Townshend morreu suspostamente de varíola, contudo a lenda diz que o enterro foi apenas uma armação e a mulher na verdade estava viva e trancafiada em um cômodo afastado da mansão. Dizem que após o falso funeral, Dorothy ficou presa naquele quarto aonde todos os dias seu marido vinha lhe espancar por causa de sua traição.
Casa onde supostamente Dorothy ficou presa durante anos
Durante muitos anos ela viveu naquele lugar, sofrendo com as dores e com a fome. Além de ter que conviver com a saudade de seu filho, que fora tirado dela por seu cruel marido.
A data da verdadeira morte de Lady Dorothy Townshend não está registrada em lugar algum, porém em setembro de 1936 a mais famosa foto de fantasma da história foi tirada e a esposa mal tratada ressurgiu na história:
Essa foto, tirada por Captain Provand e Indre Shira, é uma das mais intrigantes imagens de fantasmas, pois diversos estudos jamais encontraram uma falha ou algo que a desacreditasse, tornando essa foto a imagem de assombração mais verossímil de todos os tempos.
A casa onde a foto foi tirada ainda existe e conta-se que é possível ver a "Dama Marrom" vagando por lá de vez enquando, procurando por seu filho.
Author:
Roberio de Ogum


