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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Cemitério na Praia









Existem fatos inexplicáveis que seriam difícil até de enumerar nesse relato. O que se segue não é um conto - é um fato de muitos que ocorreram e ocorrem nessas bandas.

A cidade de Japaratinga, em Alagoas, tem várias praias belas, e hoje se tornou 'point', com várias pousadas - algumas delas de padrão internacional. Veraneio nesses ermos desde início da década de 80 do século passado - quando digo "ermos" não é por acaso. No início do loteamento, apenas cinco casas eram de veranistas, e as moradias de pau-a-pique dos moradores nativos eram espaças e isoladas no coqueiral, cujo único acesso ainda é uma estrada de barro batido e com quase nenhuma iluminação durante as noites.

Pois bem: o antigo cemitério da localidade foi abandonado devido ao avanço do mar, que adentrou no cemitério, desfazendo antigas tumbas, tanto suntuosas quanto paupérrima.

No verão de 87, éramos adolescentes em busca de novas emoções. Várias vezes fomos alertados por nossos pais para respeitar os costumes e sentimentos locais quanto ao velho cemitério abandonado. Mas, vocês sabem, a curiosidade matou o gato. Durante a noite, saíamos de carro dizendo ir ao vilarejo - o problema é que o local em questão fica a meio caminho do povoado, então...

Sempre nos desafiávamos a permanecer no centro do cemitério por cinco minutos sem correr do 'spot' determinado, ou remover algo de um sepulcro recente para provar o "feito de bravura". Com efeito, nesse ano tivemos uma das maiores ressacas dos últimos tempos, o que castigou bastante o combalido campo-santo. Na manhã seguinte, fomos constatar os efeitos da arrebentação das ondas sobre o terreno.

Parecia um campo de ossos - caixões semienterrados na barreira, pélvis, clavículas, costelas, vértebras e tudo quanto se faz necessário para montar um esqueleto espalhava-se pela areia da praia. Mas faltava o principal: Crânios. Vasculhamos a palmo a palmo e nada... As meninas, mais afoitas - acredite quem quiser - debruçavam-se sobre os restos e cascavilhavam em busca do "troféu". Tanto fizeram, que conseguiram.

Estava na água rasa, deve ter rolado da barreira e ido parar lá no mar. Tinha um tom castanho de osso velho e apresentava a dentição perfeita num sorriso eterno, um fato raro, que não chamou a atenção naquele momento. Voltamos triunfantes, mas temerosos, pois se nossos responsáveis descobrissem - adeus praia por vários dias.Fomos até a casa de nossa valente arqueóloga, os pais estavam no Recife, escondendo o dito-cujo debaixo do armário dela.

Quando a noite avizinhou, os problemas começaram. Resolvemos "brincar" com o copo e descobrir o nome do usuário da peça furtada. No início era só risadagem, sustos intencionais e nada do copo reagir. Cansados da brincadeira nos levantamos para beber água e apreciar alguns quitutes. Foi quando ouvimos claramente uma espécie de brinde - de copo batendo em copo - vindo da sala. Voltamos.

O mais absoluto silêncio havia se instalado. Depois de alguns segundos começamos a nos acusar e rir - "...pensa que me pega nessa...", "...ha, foi você...". Do grupo inicial de doze restaram apenas sete querendo ir adiante com a sessão. Reiniciamos com a pergunta básica: "Têm alguém aí", "Você é de luz ou da escuridão". E o copo não se manifestava. Desistimos da concentração e começamos a conversar - e então o caldo entornou...

Nossa amiga começou a chorar compulsivamente e a falar coisas desconexas "...desculpa, desculpa, desculpa...", "...deixa...", "...não, eu prometo..." - ríamos da pantomima: "quem ela pensa que pega com esse show...ha,ha,ha,ha,ha..." De súbito, ouvimos o uivar característicos dos coqueiros açoitados pelo vento forte. As janelas de madeira de ficha rangiam com a pressão, a areia penetrava pelas frestas, a luz ficou fraca deixando tudo amarelado e penumbroso - nos amontoamos no canto da sala, só ela permanecia sentada à mesa, naquela lamúria. BLAMMM - a janela abriu-se depois do estalar do ferrolho.

Para total pavor - daqueles que tiveram coragem (ou insensatez) de continuar com os olhos abertos - estava prostrado um vulto em frente à janela, era uma noite escura, mas aquela sombra conseguia enegrecer ainda mais o ambiente. Pasmados, vimos nossa amiga parar de soluçar, levantar-se, ir até a janela, parar por um segundo defronte ao vulto e fechá-la. O vento cessou de imediato e luz ficou forte novamente, levantamos e fomos ampará-la, pois estava cambaleante. Perguntamos o que ela tinha presenciado e antes de fechar os olhos exaustos disse firme: "ele quer a cabeça de volta!".

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Carma, destino ou maldição? - A Plantação Myrtles


A Quinta Myrtles















A casa da Plantação Myrtles Construída em 1796 pelo General David Bradford está assombrada por pelo menos 12 fantasmas.
 

Alguns investigadores afirmam que ocorreram aqui cerca de 10 assassinatos, no entanto apenas foi possível confirmar 1 deles.
 
são vários os fenômenos e os fantasmas que assombram, sendo mais comuns os seguintes:
 

- Chloe; uma serva na casa que foi morta por enforcamento pelos escravos da Plantação por ter alegadamente feito um bolo de aniversário envenenado e o ter dado a comer à dona da casa, a senhora Sara Woodruff e às suas duas filhas. Diz-se que um dos espelhos da casa contém o espírito da mãe e das duas filhas e que são vistas ocasionalmente no espelho assim como dedadas.

A Quinta Myrtles, Espelho 


O espelho é um dos objectos mais famosos da casa.

- Os fantasmas das duas meninas foram vistas a brincar na varanda.

A Quinta Myrtles, Alpendre

-William Drew Winter; um advogado que viveu na casa desde 1860 até 1871, foi baleado por um desconhecido quando se encontrava no alpendre. Gravemente ferido, ele ainda tentou chegar ao segundo piso mas não foi capaz. Ao chegar ao 17º degrau, caiu e morreu. São os seus últimos passos que podem ser ouvidos nos dias de hoje. (Este é o único assassinato que foi possível confirmar).
 

A Quinta Myrtles, Escadas



- Os fantasmas de outros escravos aparecem ocasionalmente perguntando se existe alguma tarefa para eles fazerem.
 

- O piano é ouvido regularmente a tocar sozinho, repetindo um acorde aterrador.

 
A Quinta Myrtles, Piano

A Plantação Myrtles é hoje uma pensão que abre as suas portas a centenas de hóspedes que habitualmente relatam estranhas ocorrências na casa durante a sua estadia.



A Quinta Myrtles 

A Quinta Myrtles 

A Quinta Myrtles 

A Quinta Myrtles 

A Quinta Myrtles 

A Quinta Myrtles 

A Quinta Myrtles 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Serial Killers - Carma, destino ou maldição?



Marcel Petiot nasceu em 17 de janeiro de 1897, na França. Foi diagnosticado como doente mental em 1914. Foi expulso de várias escolas, e se formou em uma escola especial em Paris.

Petiot foi convocado durante a 1º Guerra Mundial em 1916. Foi ferido, intoxicado e demonstrou novos sintomas de problemas mentais. Foi enviado para uma casa de repouso, onde foi preso por roubar cobertores do exército. Foi para um hospital psiquiátrico onde foi novamente diagnosticado como doente mental, mas foi convocado de novo para o exército em 1918. Atirou no próprio pé, mas nem isso conseguiu tirar ele do exército e receber alta por invalidez.


Depois da Guerra Petiot entrou num programa de educação destinado a veteranos de guerra. Completou o ensino médio, foi estágiario de um hospital psiquiátrico e se formou em medicina em 1921.
Ao trabalhar num hospital em Villeneuve-sur-Yonne ganhou uma reputação duvidosa por fornecimento de entorpecentes e realizações de abortos clandestinos.

Foi prefeito da cidade de Delaveau, desviou dinheiro dos fundos da cidade, e foi suspenso em 1931, quando renunciou a Prefeitura.

Quando começou a 2º Guerra Mundial, Petiot viu uma chance de ouro, para ganhar dinheiro. Comprou uma casa, tornou ela a prova de som, criando uma armadilha. Foi ai que matou mais de 63 pessoas...
O médico falava para suas vítimas, a maioria Judeus que tentava fugir dos nazistas, que era membro da Resistência Francesa e conseguia fugas seguras para a Argentina, por um alto preço.
Depois de receber o dinheiro o médico aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que era uma vacina contra doenças tropicais. Deixava elas num quarto a prova de som e pedia para esperarem o efeito.
Quando o veneno fazia efeito, Petiot observava a morte de suas vítimas através de buracos feitos para isso. Depois mutilava os corpos e jogava eles num poço de cal.

Foi preso em 1944, no seu porão foram encontrados 27 corpos mutilados. Ele alegava que eram nazistas e que estava fazendo seu dever como Francês, e foi liberado. Foi preso outra vez quando um jornal acusou ele de simpatizante dos nazistas. Durante o julgamento confessou o assassinato de 63 pessoas que ele acusou de "inimigos da França".
Ninguém acreditou, Petiot foi condenado a Morte, e morreu na Guilhotina em 1964.
Acredita-se que suas mortes passam das 63 vítimas...
domingo, 11 de dezembro de 2011

Catástrofes estão relacionadas a carmas individuais e coletivos?


Um tragédia nacional, como tsunamis, pode servir de pretexto para esgotar mau carma



O nascimento de uma pessoa nesta ou naquela nação se deve a certos princípios relacionados à sua própria evolução e às características individuais e coletivas que lhe cabem. Dessa forma, seu carma individual é vivenciado conforme suas necessidades neste ou naquele meio ambiente.


Partindo do pressuposto que os nossos débitos cármicos precisam passar por uma série de acontecimentos, uma tragédia nacional, como terremotos e tsunamis, pode servir de "pretexto" para esgotar certa quantidade de mau carma que não seria possível em acontecimentos "normais" de nosso dia a dia. Ou seja, em um momento de catástrofe, como temos visto com certa frequência nos últimos tempos, é possível esgotar uma quantidade de carma que só conseguiríamos através de muitas vidas.


Quando uma pessoa precisa viver uma tragédia em meio a uma catástrofe, não há nenhuma intervenção que o possa salvar. A partir de seu desenvolvimento, de encarnação em encarnação, as características individuais de uma alma atraem-no para certa nação. Como podemos perceber existem vários tipos de carma envolvidos em nosso destino: o pessoal ou individual, o familiar, o coletivo e, ainda, o planetário. Os detalhes que envolvem o carma coletivo são extensos demais para serem explicados em um simples trabalho como este, e certamente eu mesma não saberia me aprofundar o suficiente para tal explicação. Dentro dos estudos já feitos sobre o assunto, podemos entender algumas coisas, inclusive já escritas por mim em trabalhos passados.


Já falei para vocês há algum tempo sobre formas de pensamento e é sabido que quando criamos formas de caráter destrutivo elas se unem a forças com o mesmo caráter energético, ou seja, essa energia adquire uma força tão grande que é projetada no plano físico em forma de guerras, revoluções e acidentes de toda espécie que vem de encontro com o carma individual e coletivo das pessoas envolvidas nessa mesma vibração.


Por exemplo: os pensamento carregados de ódios, ressentimentos e vingança estão relacionados com assassinatos. As almas que se encontram no baixo astral, acabam por reforçar essa tendência unindo ainda mais negatividade àquelas já existentes, aumentando o número de assassinatos. Podemos dizer que nossos maus pensamentos e nosso desequilíbrio podem causar devastações que se propagam no campo magnético individual e planetário. Quando devíamos, através de nossa energia criadora, colaborar com o Plano Divino continuamos, através de ações, pensamentos e palavras destrutivas, atrapalhando os poderes criadores da natureza em direção ao Grande Esquema Divino de paz e amor sobre a Terra.  
 Por Eunice Ferrari

sábado, 10 de dezembro de 2011

Pesquisadores investigam o fenômeno paranormal no sul da Espanha


Um grupo de investigadores estudará a aparição de novas manchas com a forma de rostos humanos na casa de um povoado do sul da Espanha, que ficou famoso há 30 anos pela suposta "magia" de duas de suas casas.


As chamadas "Caras de Bélmez" são rostos que, pela primeira vez, apareceram no solo da cozinha de uma casa do povoado de Bélmez de la Moraleda, na província de Jaén, em 1971.


O que, segundo alguns, eram simples manchas no cimento atraíram a atenção da imprensa e dos investigadores da época até transformá-las no fenómeno paranormal mais conhecido da Espanha.


A morte em 2004 de María Gómez, sua proprietária, aos 85 anos, parecia ter interrompido o fenómeno, mas, pelo contrário, os rostos continuaram a aparecer oito meses depois, e surgiram, além disso, em outra casa, propriedade de duas sobrinhas da falecida.


Nessa casa, na qual María nasceu e viveu durante 22 anos, é onde está o quarto que, após seis meses selada, foi visitada nesta quinta-feira pela equipa de investigadores, meios de comunicação e parentes da ex-proprietária.


O presidente do Grupo de Pesquisas Parapsicológicas de Bélmez, Diego Fuentes, qualificou as manchas no local de "pequenas teleplastias surpreendentes" e anunciou que as averiguará para tentar determinar sua origem.


As manchas em forma de faces continuam sendo um tema de conversa habitual em Bélmez, um povoado com menos de dois mil habitantes, tanto pelo aspecto parapsicológico quanto pela criação este ano de um centro de interpretação com um orçamento de 900 mil euros fornecidos, em sua maioria, por fundos europeus.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Carma, destino ou maldição? - Histórias de assombros no casarão da Água Verde na CE-060 - Ceará:


Casarão da Àgua Verde, na CE-060, foi incluido no mapa das expressões culturais de Guaiúba (Foto: Rafael Cavalcante)


Contam histórias de assombrações e que existe até um tesouro escondido no casarão da Água Verde que é de propriedade de dois irmãos. Com a duplicação da CE-060, o imóvel será preservado.

Quem passa pela CE-060, no distrito de Água Verde, no município de Guaiúba, admira o antigo casarão e lamenta o estado em que se encontra.

Mesmo com as paredes ainda conservadas, já se nota os estragos nas janelas e portas, o muro em ruínas e a vegetação que toma quase toda a estrutura.O local tem fama de mal assombrado.

Há depoimentos de quem morou por lá e diz que os “fatos sobrenaturais” ocorriam sempre à meia-noite, meio-dia e 18 horas. 

O auxiliar de enfermagem Miguel Coelho que viveu lá por cerca de três meses há quatro anos, tem até depoimento gravado na Rádio Rede Escola Portal da Serra do Centro de Educação, Arte e Cultura de Guaiúba.

“No primeiro mês foi tranquilo, mas a partir do segundo mês apareceram coisas estranhas como vozes de homem e mulher chamando o meu nome. Eu respondia e não aparecia ninguém”, conta. Católico, sem crer na volta de espíritos para a terra, Miguel disse que “viu um homem de seus 40 anos, por volta das seis horas da noite, passar pela casa e sumir”.

Segundo Miguel, o casarão tem uma estrutura muito forte, com paredes grossas e há túneis por dentro. “O primeiro a morar foi o seu Durval, depois foram parentes dele. Tem algo que expulsa as pessoas de lá. Dizem que os antepassados enterraram moedas de ouro e prata no local. Deve ser por causa disso que surgem essas coisas estranhas”.

Muitos moradores de Água Verde não têm coragem de entrar no casarão. Mas um dos proprietários, Waldir Cavalcante, não demonstra temor e planeja, após o término do inventário do imóvel, restaurar e ficar morando na casa construída por ele, e transformada em palacete pelo irmão Durval Cavalcante, o seu Dudu, já falecido.

Mesmo tendo fama de mal assombrado, a população quer que a família Cavalcante (atualmente formada pelos irmãos Waldir e Sílvia) conserve o casarão.

“Fizemos o mapa das expressões culturais de Guaiúba em 2006 com a participação de estudantes da rede pública e o casarão foi incluído”, informa o assessor de Comunicação da Prefeitura, Soriano Ribeiro da Silva.

Uma preocupação de moradores e pessoas que conhecem o casarão da Água Verde era de que o imóvel fosse destruído com o projeto de alargamento da CE-060 que será executado pelo governo estadual.

Isso porque a rodovia dá acesso ao município de Redenção onde vai funcionar, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Porém, segundo o Departamento de Edificações e Rodovias (DER), o casarão será poupado.

Ficará numa área de retorno. Seu Didi não sabia que o casarão seria preservado com a duplicação da rodovia estadual.

“Eu ainda não entrei em contato com o Departamento de Estradas (DER) porque estou esperando a conclusão do inventário que vai definir quem vai ficar com o casarão”.

Seu Waldir disse que será decidido entre ele e a irmã Sílvia Cavalcante. Os dois pretendem preservar e restaurar o casarão.

“Dependendo do resultado posso até voltar a ocupá-lo”, disse seu Didi.

Guaiúba fica na Região Metropolitana de Fortaleza. Tem uma população estimada em 24.091 habitantes, segundo o Censo 2010. Água Verde é um dos distritos. Os demais são: Itacima, Dourado, Baú, e São Jerônimo, além da sede.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bonecas Assombradas

O comércio de coisas amaldiçoadas ou assombradas por aqui não é comum, mas lá nos EUA você encontra fácil principalmente agora com a internet.

No site da globo eles encontraram 7 bonecos assombrados a venda no Ebay!!



Essa é a Reagan a boneca assassina. Na descrição o vendedor avisa que quem comprar ela vai ter gritos de espíritos e disturbios elétricos pela casa.
O dono diz que só está avisando pq seria irresponsável vender a boneca sem falar a verdade.
Pelo jeito ele quer se livrar dessa boneca!



Essa "bruxa" pode te livrar até da insônia. O dono diz que está vendendo pq quer dividir o poder da bruxa com outras pessoas.

Na página da bruxa, o vendedor explica que ela foi feita em 1948 no covil das Bruxas Brancas. E ainda garante que seu poder vale muito mais do que os US$ 24,95 (cerca de R$ 44) que ele pede.



O vendedor desta boneca traz na descrição toda a história de como uma menina chamada Arson morreu em um incêndio acidental. Para ele, o brinquedo é muito útil, uma vez que avisa quando um possível incêndio for começar.

Depois de cinco parágrafos explicando a origem da boneca, o vendedor garante que o próximo dono de Arson nunca mais terá que se preocupar com possíveis incêndios, bastando apenas carregá-la para todos os lados. Agora, o que ele não pensou é que seria bem estranho ficar andando de um lado para o outro com uma boneca.



De acordo com o texto descrito no eBay, o carneirinho está possuído por uma garota chamada Cindy, que foi assassinada com um tiro. Na verdade, o vendedor garante que quem comprar o bichinho de pelúcia vai conseguir ouvir a voz de Cindy.

De acordo com o vendedor, o carneirinho emite sons distorcidos como um toca disco velho que pula algumas partes de uma música. Agora, quero ver você acreditar que o carneirinho realmente emite a voz de Cindy e não apenas toca alguma coisa que, muito provavelmente, está dentro do bichinho de pelúcia.



Existem tantas coisas “assombradas” no eBay que as pessoas precisam chamar a atenção para o que elas estão vendendo. Além disso, é preciso que você comprove que o seu item é realmente assombrado, ou melhor, mais assombrado do que qualquer outro item. No caso dessa boneca, o anunciante diz que ela foi testada e aprovada pela Sociedade Norte-Americana de Pesquisa Paranormal.

O vendedor da boneca assombrada garante que a boneca traz um poder que você jamais imaginou. A princesa indiana maka souix é capaz de incorporar as pessoas que estão no mundo dos mortos e com isso fazer com que você possa se comunicar e conversar com eles. E você? Vai deixar essa oportunidade passar?



Não basta a tábua de Ouija já falar com fantasmas e espíritos, agora elas precisam ser assombradas! O vendedor conta que, depois de usar a tábua por alguns meses, alguém chamado Ailfrid começou a falar por si só sem precisar ser "chamado", garantindo que era do clã dos elfos. Cético como ele é, o leiloreiro diz que foi procurar o significado da palavra Ailfrid e eis o que achou: Conselho de Elfos. E nas prórpias palavras dele: "aí estava a prova que eu precisava para saber que ela tinha um poder especial".

Por essa razão, o atual dono da tábua disse que precisava dividir isso com o resto do mundo e assim o colocou para vender no eBay. Ele ainda garante que jamais venderia uma coisa falsa e por isso ele garante que a tábua de Ouija recebe de verdade o fantasma de um elfo.



Não se deixe enganar pela aparência bondosa do palhaço! Zippy é, como o próprio dono descreve, “a pior maldade já imaginada”. Ele foi encontrado abandonado em um quarto de hotel em Santa Barbara, nos Estados Unidos, e o atual dono achou que ele seria um bom suvenir. Mas com certeza ele não esperava o que estava por vir.

Depois de muitas brincadeiras estranhas, como o próprio dono fala, ele começou a acreditar que alguma coisa paranormal estava acontecendo e por isso decidiu consultar um especialista em atividades paranormais. Esse especialista disse a ele que o que estava causando esses problemas era um palhaço chamado Zippy, que estava terrivelmente amaldiçoado.

O especialista ainda disse que não se preocupasse porque o palhaço não conseguiria matar ninguém nem fazer maldades mais sérias, além dessas leves brincadeiras. Isso tudo porque ele está envolto em um plástico protetor que é capaz de segurar a maldição de Zippy. Ou seja, já podem se sentir tranquilos caso tenham interesse em comprar um palhaço amaldiçoado, que tem uma capa protetora que não será capaz de machucar ninguém.



Fonte: Globo.com
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Carma, destino ou maldição?

Caso das crianças que apareceram na Vila de Woolpit ainda é um mistério

Caso das crianças que apareceram na Vila de Woolpit ainda é um mistério
As crianças apareceram não se sabe de onde. Eles falavam uma língua desconhecida, usavam estranhas roupas. Não comiam e tinham uma pele verde. Eles pareciam não ser deste mundo. Quem eram eles e de onde vieram?

Essas crianças misteriosas entram em nosso mundo através de uma janela do tempo, de outra dimensão ou emergiram do submundo? Depois de muitos anos, muitas pessoas têm se ocupado com estas questões, tentativas para encontrar uma explicação para essa estranha ocorrência que só torna o caso mais inexplicável.

A história começou há muito tempo atrás; as duas notáveis crianças foram descobertas na vila de Woolpit, em Suffolk ― UK. O incidente se deu durante o regime do rei Stephen da Inglaterra (1135-1154), numa época difícil. Os camponeses estavam trabalhando quando as duas crianças, um garoto e uma garota, repentinamente emergiram de um fosso profundo. As pessoas ficaram de olhos arregalados diante do fato.

Estavam vestidas com roupas de material nada familiar e suas peles eram verdes. Era impossível falar com eles por que tinham um dialeto desconhecido. Os dois foram levados para o dono do feudo, Sir Richard de Caline. Obviamente, eles estavam tristes e choraram por vários dias.

Os pequenos esverdeados se recusaram a comer e a beber qualquer coisa até que alguém ofereceu feijão ainda no talo para eles. Eles sobreviveram comendo feijão por vários meses. Mais tarde eles começaram a comer pão. O tempo passou, o pequeno e esverdeado garoto entrou em depressão, adoeceu e morreu. A garota adaptou-se melhor a sua nova situação. Ela aprendeu a falar inglês e gradualmente sua pele foi perdendo a cor verde. Mais tarde se tornou uma saudável jovem e se casou.

Ela era sempre perguntada sobre seu passado e de onde tinha vindo, mas tudo que falava só fazia aumentar o mistério sobre suas origens. Explicava que seu irmão e ela tinham vindo de "uma terra sem sol", com um perpétuo crepúsculo. Todos os habitantes eram verdes. Ela não tinha certeza exata onde se localizava sua terra. Ainda, ela chamava de "Luminous" a outra terra, que era cruzada por um "rio considerável" separando o mundo deles.

Também são inexplicáveis como as crianças apareceram naquele fosso. A garotinha disse que ela e seu irmão estavam procurando o rebanho do pai e seguiram por caverna escutando o som dos sinos. Vagaram na escuridão por um longo tempo até que acharam uma saída; de repente, eles ficaram cegos por um clarão de luz.

A luz do sol e a temperatura diferente deixaram-nos cansados; descansavam quando ouviram vozes, viram pessoas estranhas e tentaram fugir. Entretanto, não tiveram tempo de se mover da boca do fosso onde foram descobertos. As fontes originais dessa história são William de Newburgh e Ralph de Coggeeshall, dois cronistas ingleses do século 12.

Muitas explicações têm aparecido para o enigma das crianças verdes. Uma das teorias sugeridas é que as crianças eram imigrantes flamengas que sofreram perseguição. Seus pais teriam sido mortos e o garoto e a garota se esconderam na floresta. Esta idéia explicaria as roupas diferentes, mas não esclarece o fato das crianças falarem uma língua desconhecida, embora alguns habitantes locais achassem que era uma corruptela de flamengo.

Outros sugerem má nutrição ou o envenenamento por arsênico como a causa da pele verde. Também havia um rumor que um tio tentou envenenar as crianças, mas isso nunca foi confirmado. No entanto, outras pessoas como o astrônomo escocês, Duncan Lunan, sugeriam que as crianças eram alienígenas enviados de outro planeta para a Terra.

De acordo com outras teorias, as crianças vieram de um reino subterrâneo ou, possivelmente, de outra dimensão. Poderiam as crianças verdes de Woolpit ter vindo de um mundo paralelo, um lugar invisível ao olho nu? É importante lembrar que a garota disse que "não havia sol" no lugar de onde ela teria vindo. Disto se pode deduzir que ela habitava de um mundo subterrâneo. A verdadeira origem das crianças nunca foi descoberta e este caso continua um mistério.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Lição de vida: Pen Shuilin, um homem que tem apenas metade do corpo

Peng Shuilin
Esta é a história incrível de Peng Shuilin, um empresário chinês que foi atropelado por um caminhão e conseguiu sobreviver. Agora vive sem pernas, sem órgãos genitais e sem parte do quadril. “O meu segredo é a alegria”, afirmou este exemplo de força de vontade e alegria de viver.
Peng Shuilin tem exatamente 78 cm de altura. Ele nasceu na província de Hunan, na China. Em 1995, em Shenzhen, um caminhão o atropelou e dividiu seu corpo ao meio. Não havia como recuperar a parte inferior do seu corpo.
Cirurgiões costuraram seu torso. O processo de recuperação incluiu a retirada de pele da parte superior do corpo do chinês para manter o funcionamento normal de órgãos vitais afetados durante a amputação.
Peng Shuilin
Peng Shuilin, 37, passou quase dois anos no hospital em Shenzhen, no sul da China, passando por uma série de operações. Esse tempo foi necessário para que a pele se fortalecesse o suficiente para poder conter os órgãos dentro do corpo.
Peng continuou exercitando seus braços, lavando o rosto, escovando os dentes…
Ele sobreviveu contra todas as probabilidades. Os médicos de Peng Shulin estão surpresos porque ele aprendeu a andar novamente depois de uma década.
Peng Shuilin
Considerando a situação de Peng, os médicos no Centro de Pesquisa em Reabilitação em Pequim, conceberam uma forma engenhosa para que Peng pudesse caminhar por conta própria. Criaram um corset para manter seu corpo, com as duas pernas biônicas. Os médicos usaram seus conhecimentos técnicos e tudo foi feito cuidadosamente.
Peng Shuilin
Peng foi andando pelos corredores do Centro de Pesquisa em Reabilitação em Pequim, com o auxílio de suas pernas especialmente adaptadas e um andador redimensionado.
“Oh é tão satisfatório “andar” novamente depois de 10 anos com a metade de um corpo!” diz Peng.
Peng Shuilin abriu o seu próprio negócio, um supermercado cujo nome faz referência à sua própria história: Half Man Half Price Store (“meio homem, metade do preço”, em tradução livre).   Aos 37 anos de idade tornou-se um empresário e é um exemplo para outros amputados. Com pouca altura, ele se movimenta em uma cadeira de rodas dando palestras de motivação sobre sua recuperação. Sua atitude é incrível, ele não reclama.
Peng Shuilin
O diretor do hospital Bujie, Lin Liu, declarou aos meios de comunicação que Shuilin “estava bem cuidado, mas o seu segredo é a alegria, nunca está deprimido”.“Acabamos de lhe fazer um exame geral e está melhor que a maioria dos homens da sua idade. É impressionante porque é a única pessoa no mundo que sobreviveu com tal “quantidade” do corpo amputado”, concluiu o médico.
Na vida reclamamos de tudo, a maior parte do tempo estamos insatisfeitos reclamando do que não temos. Agora que você conheceu um homem que sobreviveu com a metade do corpo e reconheceu que a vida é algo extraordinário, um triunfo do espírito humano para superar a adversidade extrema, quando quiser reclamar de algo banal, não reclame. Lembre-se de Peng Shulin!
Peng Shuilin